O polêmico “A Casa que Jack Construiu”, novo filme do diretor dinamarquês Lars Von Trier, chegará às telonas no dia 1° de novembro de 2018 em terras tupiniquins, a informação foi divulgada pela Califórnia Filmes, responsável pela distribuição do projeto. O filme também estará presente na 42° Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que começará no dia 18 de outubro e deverá exibir outros filmes do diretor, como os controversos “Dançando no Escuro (2000), “Anticristo (2009), “Melancolia (2011)” e “Ninfomaníaca (2013)”.

O longa-metragem deve ser uma das estreias aguardadas para o final de 2018.

De cara, o filme causou um enorme alvoroço no Festival de Cannes, com a debandada de mais de 100 pessoas que abandonaram a sessão em um espaço que comporta 2300 pessoas, devido ao teor violento do filme. O diretor é enfático ao afirmar a um grupo de jornalistas: “Sou artista, provocador. Ficaria preocupado se ninguém reagisse”.

Ironicamente ele completa: “As são poltronas dobráveis, cada vez que alguém se levantava se ouvia um ‘bum’, houve um momento em que parecia um furacão”.

Vale lembrar que Lars foi aceito de volta ao festival de Cannes após ser banido por 7 anos devido a uma declaração considerada nazista, afirmando em uma coletiva que podia “compreender Hitler”. O próprio cineasta afirmou ter exagerado na declaração: “Certamente eu me expressei mal naquela coletiva.

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Cinema

Eu achava que meu pai era judeu, e minha mãe antes de morrer disse que meu pai verdadeiro era alemão e judeu. De repete eu virei alemão e judeu, na Dinamarca os alemães e judeus são satirizados como nazistas”.

Polêmicas marcam carreira de Cineasta

E por falar em polêmicas, a carreira de Von Trier é recheada, envolvendo assédio sexual, brigas, alcoolismo e filmes com temas impactantes, sem ser econômico nas cenas de sexo explícito, violência e muito sangue, explorando ao máximo a personalidade e o subconsciente de cada personagem.

Outra marca registrada é seu estilo egocêntrico e autoritário nas filmagens, que rendeu confusões com a cantora Björk nas gravações de “Dançando no Escuro (2000).

Matt Dillon encarna o serial killer Jack, que ao longo de 12 anos comete inúmeros assassinatos, tendo uma predileção por mulheres entre suas vítimas. O elenco também contará com Bruno Ganz, que interpreta o misterioso Verge, e Uma Thurman, uma das vítimas do assassino.

O roteiro foi escrito pelo próprio Lars.

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