Alguns erros que as pessoas cometem, sejam por acreditar em velhos mitos sobre posições que evitam a gravidez, sejam por tentar aplicar velhos métodos anticoncepcionais pouco confiáveis, sejam por descuido – esquecer-se de usar um método concepcional ou usá-lo incorretamente, por exemplo –, podem aumentar consideravelmente o risco de uma gravidez indesejada. Listamos a seguir sete desses erros que as pessoas cometem:

1 - Praticar coito interrompido

Muitos ginecologistas, inclusive, já descartaram esse método como recurso para evitar a gravidez.

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Ele é muito pouco confiável porque as secreções que escapam do órgão sexual masculino durante o período de excitação já podem conter espermatozoides. Além disso, mesmo que a ejaculação se dê fora da vagina, o líquido pode escorrer até ela.

2 - Fazer sexo na água

É improvável, mas pode muito bem acontecer. Se o homem ejacular na água, ela pode servir de meio por onde os espermatozoides podem chegar à vagina.

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3 - Usar apenas um método anticoncepcional

É melhor combinar métodos contraceptivos, pois nenhum deles tem 100% de garantia. Por exemplo, a mulher usar a pílula anticoncepcional e o homem, a camisinha.

4 – Fazer uso de certos remédios enquanto toma a pílula

Os antibióticos diminuem a concentração dos hormônios da pílula no sangue da mulher, podendo diminuir muito a eficiência do produto anticoncepcional.

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Outros remédios que costumam prejudicar o efeito contraceptivo da pílula são os antifúngicos e os corticoides.

5 - Fazer sexo em pé

Existe uma velha crença de que não se engravida fazendo sexo em pé. Bom, ela está erradíssima. Pode-se perfeitamente engravidar nesta posição.

6 - Fazer sexo durante a menstruação

Os espermatozoides podem sobreviver dentro da mulher por alguns dias. Portanto, se o ciclo menstrual dela for curto, ela pode ovular enquanto eles ainda estão por lá - mesmo que o sexo tenha acontecido enquanto ela menstruava.

7 - Fazer sexo sem proteção e depois apelar para a pílula do dia seguinte

A pílula do dia seguinte é um último recurso, digamos assim. Algo apenas para situações emergenciais, não deve substituir a proteção durante o sexo (até por conta do risco de doenças sexualmente transmissíveis) e a pílula anticoncepcional. A eficiência da pílula do dia seguinte decresce com cada dose. Ficar tomando constantemente o remédio, portanto, ameaça a eficiência futura.

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