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O que era para ser uma simples fotografia adolescente, resulta na imagem sobrenatural de uma criança morta.

De acordo com Patricia Winchester, 44 anos, que reside no Texas (EUA), a filha Adrianna, de apenas cinco anos, vitimada em 2006 após ser atropelada por um trailer, apareceu na foto do filho, Hunter Bounds, 13.

Na ocasião, ao tirar uma selfie e enviar a um colega, no início de janeiro, o amigo de Bounds o indagou sobre a fantasmagórica imagem atrás dele.

Até aquele momento, o irmão de menina falecida não havia percebido a manifestação do “além”. As informações são do jornal britânico Express, de terça-feira (17).

No intuito de procurar uma explicação para a “anomalia”, a mãe enlutada fala ter um retrato da filha, em que ela usa um vestido branco semelhante ao do alegado fantasma registrado na foto (veja no álbum de imagens).

Patricia ressalta a ideia da menina ter se tornado uma espécie de “anjo da guarda” do irmão.

"Eu sinto que Adrianna está com ele [Hunter], uma parte de mim realmente a sente lá, eu acho que ela é um espírito muito forte. É um conforto de alguma forma", salienta.

Embora a mulher interprete de forma positiva a aparição do espírito, ela diz que o filho, apavorado com a presença da irmã a poucos metros dele, teve medo de dormir no próprio quarto, no dia da ocorrência.

"Hunter me enviou a foto, e apenas por seu texto eu poderia dizer que ele estava assustado. Ele disse, mãe, por favor, desculpe a má linguagem, mas isso parece algo”, destaca.

Entretanto, a norte-americana confidencia que essa não é a primeira vez que ela e o filho experimentam uma atividade paranormal.

Conforme Patricia, desde a trágica morte da menina, ambos têm vivenciado diversos acontecimentos inexplicáveis, que ela supõe derivar da garota Adrianna.

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A mãe conta que pouco tempo depois de perder a caçula, o cachorro da família agiu de forma suspeita. “Nosso cão estava apontando para cima e chamando-a, e o cão estava latindo no mesmo lugar”, observa.

Outro fato inusitado envolvendo a menina Adrianna, aconteceu quando o avô da criança estava no hospital em que faleceu, em 2013.

A época, o filho “assombrado” de Patricia disse ouvir o avô, no leito de morte, chamar por Anna, apelido da criança de cinco anos.

"Adrianna realmente visitou meu pai no hospital quando faleceu. Meu filho e sobrinho estavam na sala com ele. Hunter saiu me dizendo que meu pai estava chamando por Anna (assim é como a chamamos). Era pouco antes de morrer”, revela.

Atualmente, Patricia Winchester aguarda que peritos paranormais validem o registro, ou não.

No álbum de imagens, no canto superior esquerdo, clique no retrato para vê-lo ampliado. Na foto 2, imagem da garota Adrianna, ainda viva.