Como todo local público, o metrô reúne diariamente uma quantidade enorme de pessoas e, algumas delas, inevitavelmente serão um tanto excêntricas. Às vezes, uma pessoa “normal” (supondo que haja tal coisa, afinal “de perto, ninguém é normal”) olhando ao seu redor em um vagão do metrô, corre o risco de achar que pegou o trem para Hogwarts ou Nárnia. A seguir, oito exemplos de pessoas que provam que o Metrô é um outro mundo.

1 - Ele não está assustado com as figuras algo sinistras sentadas ao redor dele - quem usa metrô tira isso de letra -, ele está apavorado é com a ideia de ter pego a linha errada para o trabalho e sofrer desconto na folha de pagamento. Isto é que é terror de verdade.

2 - O mais assustador nem é dar de cara com o Pikachu no metrô, qualquer pessoa que use transporte público com frequência está acostumado com este tipo de coisa.

O bizarro é a mãozinha saindo da boca do Pokémon elétrico, como se ele tivesse sido vítima do monstro de Alien, o Oitavo Passageiro.

3 - Para quem, assistindo aos filmes, seriados e desenhos da Família Addams, baseados na obra do cartunista americano Charles Addams, sempre se perguntou como o Primo Itt (ou Primo Coisa, dependendo da versão) fazia para visitar os parentes, eis a resposta.

4 - O pior é que os outros passageiros devem ter ficar aliviados por ele ter tirado uma cobra da bolsa, não uma arma.

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Curiosidades

Metrô pode ser uma barra.

5 - Conforto em primeiro lugar. A principal diferença entre o metrô de verdade e a versão do mundo dos quadrinhos é que em uma revistinha, se um homem abre o paletó dramaticamente, é para revelar o uniforme de Superman em baixo e partir para salvar as pessoas. No mundo real, é para exibir essa lingerie sexy. Cada um que decida o que é o mais estranho.

6 – Talvez mais interessante do que a performance do homem-morcego lá de cabeça para baixo, seja a manchete do jornal sendo lido: “Incidentes com maníacos no Metrô disparam”.

Também digna de nota é a calma olímpica com que o passageiro ignora o espetáculo à sua frente para ler no jornal sobre gente como seu estranho companheiro de viagem. Conta-se que um espartano, quando o convidaram para ouvir um homem que imitava perfeitamente um rouxinol, respondeu que ele já tinha ouvido rouxinóis de verdade e não precisava ouvir um de mentira. O cavalheiro da foto pode dizer que não precisa prestar atenção à maluquice alheia porque já leu tudo sobre o assunto no jornal.

7 - Pois é, contorcionistas também usam o transporte público e é difícil esquecer o trabalho mesmo fora do picadeiro.

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