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Foi no ano de 1970 que Sadhu Amar Bharati decidiu abandonar o estilo de vida que tinha na época e passou a se dedicar inteiramente a sua religião. Em um certo dia comum em 1973, em meio a um tipo de ato maluco de devoção, Sadhu levantou o braço para honrar seu deus hindu, Shiva, e assim se manteve por muitos anos até os dias atuais.

Uma devoção religiosa extrema como esta pode ser estranha e até mesmo um tanto chocante para a maioria das pessoas, mas na verdade é algo mais comum do que se possa imaginar, em especial em países orientais.

Automutilação, rituais dolorosos e até mesmo autocrucificação são só alguns dos exemplos de rituais que existem e que ainda são feitos por religiosos que são extremistas na atualidade. Ou seja, uma mão levantada por anos não é algo assim tão bizarro, em comparação.

Entenda o caso

Depois de abandonar o seu estilo de vida que era normal e decidir dedicar-se à divindade hindu Shiva, tudo na vida de Sadhu estava indo consideravelmente bem até que, 3 anos depois, reparou que toda a sua devoção não estava sendo suficiente.

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Ele desejava fazer algo que de alguma forma também o desconectaria dos luxos mundanos. Então foi aí que ele quis levantar sua mão direita para o céu e assim deseja mantê-la até a sua morte. Em entrevistas, o homem disse que, além de estar se sacrificando para a devoção de Shiva, ele ainda tem como objetivo tornar o ato um tipo de protesto pela paz mundial.

No início é claro que ele sentiu formigamentos e incômodos em sua mão direita, porém, mesmo quando isso se tornou uma dor muito forte, ele suportou.

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Pelo que ele contou, depois de longos dias a dor parou e agora o braço está nesta posição por "vontade própria". Os músculos do seu braço atrofiaram e o membro direito ficou menor do que o esquerdo. Coisas como, por exemplo, aparar as unhas, não foram feitas e, por isso, Sadhu está com elas enormes há séculos.

De um modo curioso o homem não está sozinho em sua devoção extrema ao deus dele. Isso porque, dessa forma, ele influenciou outros, que também passaram a manter as mãos erguidas. Alguns deles, por exemplo, conseguiram manter as suas mãos para cima por mais de 10 anos.