Steve Jobs foi, sem dúvida, um visionário do mundo da Tecnologia, e graças ao seu esforço e genialidade, muitos produtos hoje quase essências, saíram das pranchetas e ganharam os lares e o cotidiano de milhões de pessoas em todo o mundo. Entretanto, uma faceta revelada recentemente, surpreendeu os fãs de Jobs e levantou uma questão polêmica: qual o limite e qual a idade ideal para usar os recursos tecnológicos disponíveis?

Em uma reportagem feita há alguns anos, Steve Jobs surpreendeu o repórter ao afirmar que em sua própria casa o uso do iPhone e do iPad era extremamente limitado, e que a infância é uma fase em que a pessoa deve ser estimulada de outras formas e não apenas pelo uso de aparelhos tecnológicos. Responsável pelo desenvolvimento de muitos produtos inovadores, Jobs ressaltava que além dos benefícios, a tecnologia pode ser também muito perigosa.

O uso de smartphones por crianças ao redor do mundo já é bastante comum e cada vez mais cedo os pequenos têm acesso a todo tipo de aparelho tecnológico, o que pode ser bastante prejudicial para o desenvolvimento, afirma especialista do site 'radarbahia', na entrevista feita nesta segunda-feira (6). Em países como a China, por exemplo, existem acampamentos específicos para crianças viciadas em tecnologia e a questão está longe de ser unanimidade.

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Tecnologia

Outros renomados criadores também impõem limites em casa

O caso de Steve Jobs não é, de forma nenhuma, um caso isolado. Diversos executivos e criadores do Vale do Silício já se declararam contra o uso excessivo da tecnologia por parte das crianças e recomendam que livros e atividades ao ar livre sejam estimuladas para o crescimento e desenvolvimento ideal das crianças.

Estudiosos da educação e psicologia infantil ainda avaliam o impacto do uso de aparelhos sofisticados no desenvolvimento das crianças, enquanto escolas e governos investem em informatização de salas de aula e em uma série de recursos modernos que facilitariam o aprendizado.

Enquanto não se chega a uma conclusão, já que esses são estudos de longo prazo, cabe aos pais e responsáveis mensurar o tempo de exposição e as regras para o uso de toda a tecnologia que nos rodeia, e encontrar a melhor forma de educar e favorecer o desenvolvimento dos filhos.

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