Certamente a criançada de hoje não tem ideia do que seja um Tamagotchi, aquele bichinho que virou febre nos anos 1990, por simbolizar o primeiro conceito de brinquedo virtual do mundo.

Mas quem tem seus 30, 35 anos não esquece que brincou e muito com os bichinhos japoneses que viraram moda no Brasil. Na época, crianças e adolescentes não se desgrudavam dos brinquedos que ficavam pendurados nos pescoços como colares ou nas mochilas, como chaveiros.

Quem jogava tinha a responsabilidade de fazer algumas tarefas com o bonequinho para mantê-lo vivo e avançar de fase. Dar comida, banho, colocar para dormir eram algumas dessas atribuições. Quando as crianças esqueciam dos deveres, o bichinho ficava com fome, sono, sujo. Ia ficando mais fraco e poderia até morrer. A graça era mantê-lo sempre bem para poder avançar nas etapas e fases.

Pois bem, essa brincadeira que tanto marcou a infância de muita gente pode estar de volta no Brasil em breve.

Isso porque o Japão está fabricando uma nova versão dos Tamagotchis e por lá virpu uma sensação. Esta nova edição traz exemplares menores e, dizem, mais interessantes. Por enquanto, a novidade vai poder ser curtida apenas na terra dos olhos puxados e, inicialmente, o brinquedo será vendido na faixa de dos U$ 13,55, o que corresponde a aproximadamente R$ 43,00.

Mas, em breve, a fabricante Bandai (a mesma, dos antigos modelos), deverá lançar o brinquedo em outros países.

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Curiosidades

O Brasil, certamente está na lista, devido o histórico de sucesso há mais de 20 anos atrás.

Já dá até para imaginar os pais e irmãos mais velhos da atual geração disputando o brinquedo e relembrando os velhos tempos.

Se você que é novo ainda não entendeu direito o que é esse negócio de Tamagotchi, aqui vão mais detalhes. Eles são pequenos aparelhinhos eletrônicos que parecem filhos. Como filhos, as criaturinhas virtuais são totalmente dependentes de seus donos e fazem tudo o que bebês fazem.

Seu proprietário tem de estar sempre de olho para mantê-los saudáveis, ou seja, limpos, nutridos, com o sono em dia.

Ficam algumas perguntas: será que o brinquedinho vai ser sucesso agora como foi há uns 20 anos atrás no Brasil?

Quais novos recursos ele terá, já que tanto tempo se passou e a evolução tecnológica pode agregar várias novas aplicações ao produto? Sendo menor que um celular, há espaço para essas inovações?

E tendo os smathphones um espaço já definido na vida das crianças e adolescentes, será que elas vão mesmo aderir à brincadeira?

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