As brincadeiras e jogos fazem parte da Infância. O que se diferencia é a forma como as crianças interagem entre si e os jogos utilizados por elas em determinados momentos.

As crianças nascidas neste século foram agraciadas pela tecnologia. O uso de celular, tablet, computador e videogames ocorre desde muito cedo. Mas o que elas não conhecem são as brincadeiras que faziam a alegria das crianças de antigamente.

Elas tinham mais liberdade para brincar nas ruas, por conta até mesmo de segurança.

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Naquela época não havia essa onda de violência vista hoje. Entre outros aspectos ,muita coisa mudou e as brincadeiras de antigamente ficaram esquecidas.

A primeira era a cama de gato.

Cruzavam um barbante nos dedos das mãos até não ter mais opção. Ficavam horas entrelaçando o barbante de todas as formas possíveis.

A segunda era o elástico, onde duas pessoas seguravam o elástico na cintura e outra ia pulando. A cada etapa uma altura e um jeito diferente de pular.

A terceira brincadeira era o jogo do bafo. As crianças faziam coleções de figurinhas e depois jogavam com os amigos. Depois, colocavam as figurinhas no chão e quem batesse e conseguisse virar o monte de figurinhas ou parte delas levava as figurinhas para casa. Era uma disputa para ver quem conseguia ficar com mais figurinhas.

A quarta era a brincadeira de fazer casas. As crianças construíam casa na árvore, cabana na sala, dependia do material que havia disponível.

A quinta era o jogo da verdade. A brincadeira era feita em grupo.

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Em uma roda, um faria uma pergunta para o outro, que escolheria entre dizer uma verdade ou aceitar um desafio, que era como beijar um amigo ou ter que dançar no meio da roda.

A sexta brincadeira era o bambolê. As crianças colocavam um arco na cintura e ficavam rebolando para não deixar cair.

A sétima era a amarelinha. Faziam no chão dez casas com os números de um a dez, além da casa do céu. O jogador teria que jogar uma pedra em uma casa e ir pulando nas outras casas.

A oitava era o jogo das Cinco Marias. Com pedrinhas nas mãos, a pessoa jogava para o alto e as seguravam o mais rápido possível.

Outra que fazia a alegria da garotada era a queimada. Se dividiam em dois grupos e um em cada lado tentava acertar o componente do outro com uma bola. Vencia o grupo que terminasse com mais jogadores.

Por último e o mais popular era o carrinho de rolimã. As crianças construíam o carrinho com resto de madeira e borracha. Após ficarem prontos, procuravam ladeiras, de preferência, para correr com o carrinho.

Muitos irão lembrar destas brincadeiras e poderão repeti-las com seus filhos ou netos para que a tradição não fique esquecida.