Uma espécie de muralha foi encontrada pelo canal do YouTube Flat Earth Arabic e pode abranger milhares de quilômetros, circundando todo o solo oceânico do planeta.

Por meio do vídeo abaixo, é possível observar toda a estrutura do paredão, que percorre os dois extremos do globo, do polo sul ao polo norte, cruzando o pacífico ao lado da Nova Zelândia e passando pelo extremo nordeste da Rússia. É possível observar também determinados padrões na estrutura do extenso muro, tais como algum tipo de encurtamento da espessura, o que traz a ideia de um grande portão subaquático, principalmente devido ao solo neste espaço, que pode se assemelhar a uma rota de passagem.

Ainda não se sabe muito a respeito do muro subaquático, mas esta descoberta recente também está ligada a outras coisas que foram vistas no Google Earth e que também continuam inexplicáveis. Desde pirâmides a misteriosas torres, petróglifos (gravuras rupestres), cidades inteiras no fundo do oceano, o Google Earth estimulou a imaginação e o interesse na busca por mais curiosidades escondidas pelo mundo.

Muitos pesquisadores de todo o mundo vêm caçando pirâmides e estruturas que especialistas do passado deixaram passar despercebidas.

Devo confiar no que estou vendo?

A notícia chega a ser tão chocante para alguns teóricos que está sendo associada a “falhas no Google Earth”, o que é algo plausível, já que o programa, às vezes, produz resultados totalmente irreais e imprecisos.

Esta imprecisão vem da “costura” de inúmeras imagens fotográficas distintas, o que gera uma inteira fachada do globo. A princípio, as fotos chegam para o Google já ortorretificadas – isto é, cada pixel da imagem é colocado na exata posição geométrica teórica – como se tivessem sido imaginadas na vertical ou o mais próximo da situação real.

No entanto, podem existir ocasiões em que ocorrem falhas ou trechos sem costura que precisam de correções digitais, já que o software não é perfeito. Os céticos já atribuíram estes erros à construção de imagens para se basear em contra-conclusões, desmistificando outras descobertas, tais como a pirâmide portuguesa, em que se estima que tenha cerca de 20.000 anos de idade.

Vale ressaltar que a mágica do programa é organizar a informação recebida de satélites e até de incorporadoras, fazendeiros e governos que precisam de imagens atualizadas de determinadas regiões. Todo conteúdo em que for exigido exclusividade, sai mais caro. Do contrário, é redirecionado para o Google Maps/Earth.