Percival de Souza, o 'Rei', que acompanhava Marcelo Rezende em seu programa até seus últimos de dias de TV, fez uma revelação recente em seu site, dos bastidores da investigação do caso que chocou o Brasil, o assassinato de Isabella Nardoni. A menina tinha apenas 6 anos quando ela caiu do sexto andar de um edifício que ficou marcado pela tragédia, o Edifício London.

A princípio a polícia investigava um crime cometido por terceiros, uma possível invasão do apartamento e alguém que teria cortado a rede de proteção e jogado a menina pela janela.

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Durante as oitivas iniciais, dois delegados experientes, lembra Percival, tiveram uma grande 'sacada' que acabou revelando o verdadeiro assassino da pequena Isabela. E foi um ato falho do criminoso que acabou levantando atenção dos policiais e o colocando no rol de suspeitos do caso.

Um ato muito simples, mas não para um pai que havia acabado de perder uma filha.

Este detalhe de bastidor que aconteceu com os dois delegados do 9º Distrito Policial enquanto ouviam Alexandre Nardoni, só poderia ter sido notado por experientes policiais.

Os policiais, Calixto e Renata foram os responsáveis por analisar toda a cena e levantar os possíveis suspeitos. Segundo relato do pai e da madrasta da pequena morta, provavelmente alguém teria invadido o apartamento e cometido tal barbárie. Mas uma simples olhada no relógio denunciou o culpado.

Pai de Isabella Nardoni comete ato falho

Imagine você, pai de uma criança que acabou de passar por tal tragédia, qual seria sua principal reação? Claro que seria colaborar tempestivamente com a polícia e se dedicar para descobrir os verdadeiros culpados pelo crime.

Mas Alexandre Nardoni fez uma pergunta crucial para a virada no caso.

Segundo Percival, era 1h20 da manhã do dia seguinte ao crime, e 'cansado' o pai dentro da delegacia dá uma olhada no relógio e logo depois pergunta aos policiais se ele pode ir embora, já que precisa tomar uma ducha, pois está cansado.

Reação muito estranha. Os dois delegados se entreolharam e perceberam que havia algo estranho. Por sorte a Polícia Científica havia acabado de receber um kit de luminol e material mais aprimorado para verificar rastros de sangue. Este fato também foi crucial para elucidação do crime.

Ana Carolina Trotta Peixoto Jatobá (madrasta) e Alexandre Nardoni foram então, sem que soubessem, considerados suspeitos.

Relembre a investigação do caso

Os dois suspeitos, Ana Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni, a cada dia que passava, se complicavam mais. O teste com luminol identificou marcas de sangue do elevador para o apartamento do casal e até dentro do apartamento. A rede de proteção também havia sido cortada por alguém e, para piorar, uma marca de sapato compatível com a de Nardoni foi encontrada na parede.

A polícia também viu vestígios de ocultar as marcas de sangue com alvejante.

Isabella não caiu, foi arremessada.

Nardoni também, após a queda da filha, ao invés de ligar para o socorro ficou 20 minutos falando com seu pai no telefone. Mesmo depois que foi alertado da morte da filha.

Alexandre chegou a sugerir que o porteiro seria o suspeito de matar sua filha.

Justiça foi feita

Sem restar dúvidas sobre o crime, os dois foram condenados por júri popular.

Recentemente, a juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani [VIDEO] concedeu a Ana Carolina Jatobá o benefício de prisão em regime semiaberto sob alegação de bom comportamento carcerário.

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