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Recentemente, a Record relembrou o caso de Lidiany Alves Brasil, menina que na época, com apenas 15 anos, foi encarcerada, como uma presa indefesa, junto a mais de 20 homens sedentos por sexo em uma cadeia no estado Pará. O resultado não poderia ser outro, a jovem Lidiany, menor de idade, foi abusada, estuprada, humilhada e passou todos os tipos de abuso possíveis durante 26 dias ininterruptos. A passividade das autoridades policiais, carcerárias e da juíza do caso marcaram para sempre a vida de Lidiany que reapareceu em outubro na emissora de Edir Macedo, em reportagem do Câmera Record que ganhou, na época, o prêmio Vladimir Herzog de jornalismo.

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O repórter da Record entrevistou a vítima dos abusos na saída de uma casa de detenção provisória em Florianópolis. Sim, Lidiany não saiu do crime e ainda hoje, vende seu corpo para custear seu vício em drogas e suas despesas pessoais. A prisão, porém, aconteceu por ela estar furtando na capital catarinense, mesmo crime que ela cometeu quando era menor e foi presa com homens.

Ao longo da entrevista a mulher não se mostrou confortável ao falar para as câmeras, pois ainda teme ser prejudicada por 'gente grande' com quem ela acabou mexendo. Sua reaparição chocou o público, pois ela estava bem diferente e com aparência muito mais velha que sua idade real.

Agora adulta, Lidiany Alves Brasil, reaparece doente

Lidiany falou à reportagem da Record que é viciada em crack e acaba cometendo delitos e se prostituindo para bancar o vício. Ela também está completamente transformada pelo tempo e pelas drogas, como as fotos mostram ao final do artigo. Também disse que estava doente.

A mãe de Lidiany também foi entrevistada e revelou o medo de viver no local, mas sem dinheiro, não consegue se mudar. A senhora revelou que sua cabeça já esteve a prêmio e valendo uma boa grana, por conta de ter envolvido (o caso de sua filha) delegados e agentes de polícia.

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Um caso que ficou marcado pela crueldade e por falhas nas instituições, envolveu até uma juíza federal, Clarice Maria de Andrade, que chegou a ser afastada mas nunca deixou de ganhar seu salário. Posteriormente a juíza foi reconduzida ao cargo, mas não quis falar mais sobre o episódio de Lidiany.

Relembre o caso de Lidiany, a presa de Abaetuba

Lidiany foi presa por furto na casa de um homem. Quem a prendeu era um agente carcerário que a levou para Abaetuba. A menina tinha apenas 15 anos e e teve os cabelos cortados para ser colocada na jaula com os leões.

Ela ainda revelou que foi agredida e humilhada até chegar na delegacia.

No local ela foi humilhada e estuprada e só podia comer quando consentia com os atos e se humilhava perante os presos. Os detentos que foram identificados por ela, tiveram as penas aumentadas, mas, dada a rotatividade da cadeia, muitos não foram sequer indiciados.

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