Os orgasmos regulares podem fazer muito mais pelo bem-estar das pessoas que proporcionar apenas um pouco de prazer temporário. Os cientistas acreditam que eles têm poderes que aumentam as funções do cérebro e podem até ajudar combatendo a depressão.

Nicole Prause, uma médica americana que administra um laboratório de pesquisa sobre o sexo, vem se especializando nesse estudo [VIDEO] há mais de uma década, explorando a ciência por trás do clímax.

Benefícios do orgasmo na saúde

Em uma entrevista exclusiva ao jornal britânico Daily Star, ela revelou mais sobre os benefícios para a saúde dos orgasmos. Prause revelou que ter orgasmos pode ajudar a melhorar a função cerebral.

De acordo com m estudo de 2016, ela mostrou que aqueles que ‘’brincavam’’ mais regularmente, obtiveram melhores resultados em desafios mentais, inclusive aqueles que testavam sua memória.

Por isso, a médica explicou que existem muitas formas de potencializar as capacidades mentais e uma delas seria sem dúvida a prática de atividade mais íntima [VIDEO], que tem sido muitas vezes associada a "melhores testes neuropsicológicos". Ela especificou os casos, sugerindo que a prática de relações íntimas "podem ter potencial para melhorar ou preservar as funções cognitivas".

Além de ter benefícios para aumentar a capacidade do cérebro, o orgasmo pode ajudar a combater a depressão, porque o prazer pode incentivar a produção de serotonina, reduzir o estresse e levantar o humor. Além de tudo isso, mais científico, a médica contou ainda que essa diversão com o parceiro vai ajudar o Relacionamento a ficar mais fortalecido e feliz, o que pode levar também a todos esses fatores positivos.

"Fazer amor parece diminuir o estresse no dia seguinte para satisfazer os relacionamentos românticos, melhora o humor e os sentimentos de significado na vida e aumenta a satisfação no trabalho e na relação", disse a médica Nicole Prause.

Qual a frequência para colher esses benefícios?

De acordo com a especialista, "quanto mais, melhor". A médica disse, com base nesses estudos, que não parecia existir um limite ou um teto máximo para provar esses benefícios. "Por exemplo, um estudo relatou que a satisfação da vida estava associada a uma intimidade mais frequente, e em nenhum momento eles encontraram um ponto de inflexão onde uma intimidade mais frequente estava associada a uma diminuição na satisfação da vida", comentou a médica.

Por isso, como ficou provado que tem benefícios e não foi provado que tem malefícios, ela não vê mal em afirmar que "quanto mais orgasmos, mais feliz as pessoas são". Em nenhum momento, Prause fez alguma diferenciação entre homens e mulheres em suas apresentações, confirmando que, nesse caso, os benefícios do orgasmo seriam iguais, para os dois.