As fake news (“notícias falsas”, em inglês) se mostram como uma grave forma de corromper sistemas eleitorais e gerar instabilidade, principalmente depois da descoberta de uma suspeita da justiça americana com relação a uma série de ações baseadas em notícias deliberadamente falsas que supostamente ameaçariam o sistema eleitoral americano.

Quando essa notícia veio à tona, muitos países passaram a analisar com cuidado e apreensão esse fenômeno, que vem se espalhando pela internet de forma muito rápida e já influencia diversos sistemas políticos [VIDEO] e a opinião pública em geral.

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Como os eleitores enxergam as fake news?

Quando as investigações começaram, todo o povo americano viu com maus olhos esta atividade antiética e criminosa. A prática já foi inclusive proibida e está sendo fortemente combatida pela Polícia Federal e pelo Tribunal Superior Eleitoral, devido à possibilidade de essas notícias influenciarem as eleições aqui no Brasil [VIDEO].

Estudos mostram que as pessoas estão utilizando cada vez mais as redes sociais para obter notícias, e esse é o maior risco das fake news – na mídia social, os usuários costumam compartilhar links sem conhecer as fontes e aceitar rapidamente os fatos como verdade, muitas vezes nem lendo a matéria ou comentário de forma crítica.

Recentemente, o programa Fantástico, da Rede Globo, veiculou uma reportagem expondo a questão das chamadas notícias falsas e como se deve verificar se uma notícia é verdadeira ou não. Esse tipo de divulgação ajuda muito a conscientizar a população em geral para não acreditar em qualquer coisa.

Como evitar as fake news?

Todos nós recebemos diariamente inúmeros links, artigos, vídeos, áudios e matérias alegando os mais variados absurdos. Ultimamente, as plataformas mais afetadas têm sido o Facebook e o aplicativo de mensagens WhatsApp.

E muita gente compartilha as notícias falsas prontamente, criando assim uma bola de neve e fazendo com que o boato se espalhe com rapidez. O que fazer?

Na verdade, a solução é muito simples: conferir a fonte e pesquisar em meios de comunicação confiáveis. Antes de compartilhar ou encaminhar, entre em sites reconhecidos de notícias, como dos maiores jornais ou redes de televisão do país, como Estadão, Folha de São Paulo, G1 ou UOL, para procurar alguma notícia semelhante. As grandes empresas de comunicação possuem estrutura para checar notícias e costumam usar materiais de agências internacionais – ou seja, se não encontrar nada em dois ou três desses sites, a notícia provavelmente é falsa.

Compartilhe esta notícia; juntos, podemos reduzir muito a propagação das fake news e seus impactos negativos.

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