Um vídeo divulgado nas redes sociais acabou provocando polêmica por envolver supostamente entidades do além. Nas imagens, um homem aparece completamente transtornado. Ele está em um hospital do Rio de Janeiro, que seria o Miguel Couto, quando começa a ter um terrível surto, aparentemente, sendo possuído por demônios. Funcionários do hospital ficaram em pânico. Todos falam em português nas imagens, mas alguns portais chegaram a dizer que o vídeo não teria sido feito no Rio de Janeiro, mas sim em Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais.

Homem surta em hospital e funcionários acreditam que ele está incorporando demônio

Nas imagens que viralizaram na internet, pessoas tentam controlar o suposto “demônio”.

O hospital não se pronunciou sobre o caso. No entanto, dá para ver até mesmo que o homem está com um tiro no rosto. Mesmo com o enorme buraco no rosto, o jovem parece que não vê problemas em ficar se contorcendo. Ele olha de maneira vidrada para todos que estão ao redor. As imagens começaram a viralizar na internet ainda no ano passado. Porém, mais tarde, o conteúdo acabou indo parar em páginas de crime e outros assuntos nas redes sociais.

Nas redes sociais, internautas disseram que ficaram com medo das imagens. "Jesus, se eu vejo isso na minha frente, eu até saio correndo", disse um dos internautas ao comentar o tema, que tomou conta da internet e que gerou preocupação em muitas pessoas.

Veja abaixo o vídeo que mostra o homem supostamente incorporado com o espírito do demônio. Mesmo baleado, ele se mostra com força para circular pelos corredores do hospital.

A situação espantou muita gente.

Atenção: as imagens no vídeo são fortes.

Polícia do Rio de Janeiro diz que preso não assinou documento de prisão por 'estar pegando santo'

Acha que a situação do homem nas imagens é algo incomum. Nada disso, nesta quarta-feira (7), os policiais militares cariocas tiveram uma situação difícil. Eles não conseguiram que um preso assinasse o documento de flagrante porque ele estaria "pegando santo". O caso teve repercussão em todo o país, mas a assessoria da polícia ainda não se pronunciou, como mostra o portal de notícias G1.

No registro da ocorrência, o escrivão afirmou que o preso estava “totalmente fora de si, não entendendo as palavras” que lhe eram ditas. “Assim sendo, o mesmo não foi capaz de assinar as peças do flagrante, nem tomar ciência do acontecido", diz o termo da prisão do homem, que o G1 preferiu não escreveu o nome.