Algo passou desapercebido com relação ao crime que ceifou vidas no caso do colégio Goyazes. O menino que disse ter se inspirado em outros casos de assassinato em massa no Brasil e no mundo, também tinha adoração por algo muito bizarro e as mensagens chegam a chocar o cidadão de bem.

Você deve se lembrar do caso que comoveu o Brasil, quando um adolescente, de apenas 14 anos, levou a arma dos pais para a escola, uma pistola de calibre de uso exclusivo da polícia, acabou tendo uma atitude inexplicada, até então, e começou a disparar contra colegas em sua sala, no Colégio Goyazes, na capital de Goiás, Goiânia. O resultado do crime cruel foram dois mortes e outros quatro feridos, sendo que uma das feridas carregará as marcas físicas para sempre em sua vida.

Ela ficou paraplégica.

No anseio de tentar se explicar os atos cruéis do menino, algumas situações passaram desapercebidas, como uma mensagem enviada a um colega por sua conta do Skype. No aplicativo de mensagens, o garoto usava o codinome Adolf e não era por acaso. O que ele defendia era algo muito excludente do ponto de vista de raça.

Matador de Goiânia usava codinome de Adolf e adorava o nazismo

Depois da tragédia, o pai de um dos amigos do rapaz decidiu filtrar todas as mensagens que os dois trocavam e descobriu algo assustador. O filho havia recebido mensagens de um tal de Adolf, o matador, e as ideias eram totalmente nazistas e racistas.

O adolescente trocou mensagens com o outro colega entre abril e outubro e sempre tentava convencê-lo que o nazismo era bom, usando site de notícias falsas e teoria da conspiração.

O menino ainda tenta combater as ideias, mas sem sucesso. Chegou até a dizer que o PewDiePie Kjellberg, o youtuber mais famoso do mundo, seria nazista.

Entre as defesas ele diz que o holocausto foi muito menor que 10 milhões de mortos, que ele só matou soldados que ocuparam seu país, que os judeus eram apenas salvos por Hitler de tropas ofensivas e estavam em uma espécie de gueto e que Hitler seria responsável pela criação de vários programas sociais na Alemanha.

Por fim, não conseguiu convencer seu amigo de que o nazismo era bom, mesmo com permanente insistência.

Colegas afirmaram que ele desenhava suástica no caderno

Colegas não enxergavam o matador como uma pessoa tranquila. Eles o achavam estranho, pois, além de desenhar suásticas no caderno, ele ainda costumava ameaçá-los. “Vou matar você e sua família”, dizia ele.

Veja algumas mensagens

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