O Rio de Janeiro vive uma intervenção federal desde a última sexta-feira (16), mas, para a mulher que narrou a história que aconteceu com a irmã dela, o estado precisa de uma “intervenção psiquiátrica”.

Um assalto surreal

Uma mulher, cuja identidade não foi revelada, estava com uma amiga e pediu um Uber na Lapa, perto da Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, durante o carnaval. Do outro lado, havia uma viatura policial e esta informação é muito importante para a história.

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No momento em que tudo aconteceu, a rua estava cheia de gente e a mulher acreditou que era tranquilo pegar o celular. De repente, aparece um individuo e a abraça. Em um primeiro momento, ela acreditou ser um homem chegando nela. Até sentiu o gelado da faca encostando na barriga. Era um assalto.

"Gatinha, se algumas das duas correr eu meto a faca", disse o assaltante. Ela tentou conferir se era uma faca verdadeira e não uma “faquinha de pão” e confirmou se tratar de uma faca de verdade.

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Carnaval

Diante da situação, a mulher tentou dialogar com o bandido. “Moço, vamos fazer assim: por favor, leva todo meu dinheiro, mas não leva meu celular não, se não eu não vou ter como voltar para casa, moço", pediu a jovem.

Ao fazer isso, ela se arriscou e correu o risco de ficar sem o dinheiro e sem o celular. "Passa o dinheiro", pediu novamente o ladrão. A moça pegou R$ 20 e deu para o assaltante. Ela só tinha mais 20, então tentou negociar. "Eu também não posso te dar todo o meu dinheiro porque eu moro longe e eu não vou ter como voltar para casa”, afirmou.

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"Tu mora onde?", perguntou o assaltante. Isso tudo acontecia com os dois abraçados. A mulher disse que morava em São João do Meriti e o ladrão perguntou perto de onde. Depois que ela explicou, veio a informação surpreendente: o ladrão morava na rua de trás da moça que estava sendo assaltada.

"O senhor mora na rua atrás da minha e quer me assaltar?", perguntou. O ladrão relaxou o braço e disse que não. "Se você fosse gringa ou 'patricinha' da Zona Sul eu assaltava. Mas pobre nada a ver eu assaltar né?", disse o bandido.

Vinte Reais

A partir daí tem início um diálogo sobre o celular da moça. O bandido pergunta se ela tem dinheiro para voltar para casa e ela explica que tem R$ 20. Após fazerem as contas, eles concluem que elas vão gastar R$ 8. "Então me passa R$ 10 e pode ir tranquila", pede o ladrão.

Policial

Lembra que no início da história havia um policial do outro lado da rua? Pois é, ele atravessou e fez uma pergunta surreal. "Estava te assaltando, né?". A mulher que foi assaltada quis xingar o policial, mas "gastar o réu primário com desacato a autoridade ninguém merece".

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