4

Embora não esteja ainda cientificamente comprovado que 1 ano de vida canina representa 7 anos para o ser humano, segundo essa hipótese seria possível a nós alcançar a surpreendente marca dos 210 anos, baseando-se no caso de Maggie. Esta animadora boa nova veio da Austrália, após estudos realizados sobre longevidade humana. E tendo como parâmetro a inigualável façanha de Maggie que morreu em 2016 aos 30 anos de idade. Seu dono, o fazendeiro Brian McLaren só não levou-a a fazer parte do livro dos recordes como o cão mais longevo da história porque perdera os documentos comprobatórios da idade dela. Segundo Brian ele trouxe Maggie para casa como um presente para o filho que faria 4 anos e conta agora a idade de 34.

De que se alimentam esses animais para viverem tanto?

Pela análise dos cães mais longevos que a história registra, concluiu-se que é a alimentação natural que faz deles animais saudáveis e longevos. Temos um exemplo em Bridgewater, na Inglaterra, onde Bramble, comemorou seu aniversário de 27 anos em 2002, tornando-se o cão mais antigo da Grã-Bretanha. Sua tutora é vegana e sempre deu para o animal a mesma dieta seguida por ela. Tentei alimentá-lo com carne, peixe (incluindo atum) e todas as coisas de que os gatos costumam gostar, mas ele torcia o nariz para tudo". Então ela passou a dar ao animal uma dieta vegetariana que inclui arroz integral, lentilhas e vegetais orgânicos. E ainda nada uma vez por semana em uma piscina canina de hidroterapia.

Vida natural, consequência lógica: longevidade

Acho que podemos tirar algumas lições da incrível história de Maggie.

Uma delas é o benefício irrefutável de uma vida natural, ao ar livre. Quanto à questão da carne, pode ser bastante apropriado para animais, especialmente os da raça de Maggie, tirar um grande proveito desse tipo de alimento. Por ser, inclusive, a dentição canina bem adaptada para cortar e rasgar. O leite, livre de aditivos está enriquecido com todos os nutrientes essenciais à vida e Maggie deve tê-lo ingerido em grandes doses e com muita frequência. Isto, indubitavelmente garantiu a ela esse diferencial em anos de vida.

Morte natural e sem sofrimento

Maggie morreu dormindo. Guardava gado e, dias antes de sua morte corria atrás de galinhas, mostrando ainda, apesar da idade, muita disposição. "Ela tinha 30 anos. Ainda estava muito bem na semana passada. Estava caminhando e rosnando para os gatos e todo esse tipo de coisa", Brian contou ao jornal 'Weekly Times'. Vemos aí um bom exemplo a ser seguido para os apaixonados por cães e que gostariam de ver seus pets viverem por muito tempo e com saúde de sobra.