Um dos crimes que mais marcaram os brasileiros nos últimos anos foi a morte de Eliza Samudio [VIDEO], amante do então Goleiro Bruno. Vira e mexe, o ex-Flamengo sai e entra da cadeia por decisões da Justiça, que hora entende que ele tem direito ao semiaberto, hora não. No entanto, a morte de Eliza Samúdio [VIDEO] é mais do que um crime, virou quase uma fábula na mídia brasileira.

De 2010, quando o crime aconteceu, para cá, muita coisa aconteceu e veículos de comunicação deram notícias surpreendentes, beirando o espetacular. Muitas delas, é claro, ganharam espaço por conta do fato do País estar querendo respostas. Bruno Fernandes era um dos grandes atletas do momento.

Ele era uma promessa do Flamengo e também tido como possível goleiro da seleção brasileira

Comida por cachorros, falsa ossada e carta em que estaria viva: os rumos da morte de Eliza

Até hoje, o corpo de Samudio nunca foi encontrado. Isso fez com que teorias da conspiração a respeito do caso ganhassem não somente a mídia, como também os investigadores. Supostas ossadas chegaram a ser investigadas, e os jornalistas acompanharam tudo praticamente em tempo real. Uma das teorias que, na época, ganhou os veículos de comunicação é a de que, após morta, Samudio teria sido esquartejada e dada aos cachorros. Exames chegaram a ser feitos em alguns animais, no entanto, nada foi comprovado.

Em 2012, os advogados de Bruno levaram a Justiça a carta de um preso que garantia ter informações de que a ex-amante do goleiro não estava morta, mas sim viva.

De acordo com o documento, Eliza estaria vivendo em outro país, com nome falso.

Mãe de Eliza não tem coragem de dizer a verdade ao neto, Bruninho

Da relação entre o assassino e a vítima, o que sobrou foi Bruninho, filho da dupla. Hoje a criança é cuidada por Dona Sônia, mãe da falecida. No final do ano passado, ela deu uma entrevista ao portal de notícias UOL, em que confessava que até hoje não havia tido coragem de contar toda a verdade ao neto. Na ocasião, ela ainda revelou o medo de perder a guarda da criança.

"O maior sonho da minha vida é enterrar o corpo da minha filha. Não apenas por mim. Seria menos doloroso para o meu neto saber do crime e onde o corpo da mãe está sepultado", explicou ela, que, na sequência, garantiu que não passa um dia sequer em que ela não lembre o que teria acontecido com Eliza. Mesmo condenados, os assassinos de Samudio dão informações desencontradas sobre o desfecho do seu cadáver. Dona Sônia garante que acredita que Deus um dia dará esse conforto a ela, dizendo onde o que sobrou da filha estaria.