E lá vem novamente a Grécia para povoar o imaginário de um incontável número de pessoas ao redor do globo com sua beleza natural estonteante, história milenar riquíssima e com a mais pura Mitologia grega, causando a curiosidade e admiração dos amantes desse pequeno país.

E por falar em mitologia grega, nada melhor do que exemplificar através do deus grego Apolo [VIDEO], o qual é chamado no grego original de "Apóllon", o qual sem sombra de dúvidas foi umas das principais deidades na Antiga Grécia e mundo romano, depois do maioral dos deuses, a saber, Zeus Dias.

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Inclusive Zeus era o seu pai, tendo fecundado a Leto, e Apolo tinha como irmã gêmea a linda deusa Ártemis. Desde os tempos homéricos, especificamente na Ilíada de autoria do historiador grego, Apolo era conhecido por suas nuances, habilidades e características singulares.

Deus representante das distâncias celestiais, protegendo ou ameaçando a raça humana ao seu bel prazer, sendo muitas vezes personificado como o sol ou luz verdadeira, fazendo os homens tomarem consciência dos seus pecados diários, tanto é que se tornou o agente purificador por meio de ritos a sua pessoa.

Era o grande líder divino das leis religiosas e das Cartas Magnas das cidades-estado da época, servindo como fonte de inspiração de artistas, profetas e foi o patrono do oráculo de Delfos, considerado o umbigo do mundo e o oráculo mais famoso da antiguidade, com as suas musas hipnóticas.

Até mesmo os outros deuses temiam ao poderoso Apolo, pois controlava a morte súbita, doenças e pragas em geral, mas, por outro lado, também era o deus do dom da cura, protegendo a todos os seus servos contra as forças do mal.

Apolo representou a manifestação da Beleza, da Perfeição, da Harmonia, do Equilíbrio e da Razão, [VIDEO] fazendo a transição da juventude para a idade adulta; profundamente ligado à Natureza, às ervas e aos rebanhos, protegia os pastores, marinheiros e também arqueiros.

Como todo deus grego, Apolo era um mulherengo inveterado, gerando vários filhos, como Asclépio (deus da Medicina e da cura) e Aristeu (deus da agricultura e vegetação), mas pode se dizer que não foi feliz no campo do amor.

Ao longo da história foi caracterizado na figura de um jovem homem sem barba e nu, estando no apogeu de seu vigor físico.

Ocasionalmente esse deus trajava um manto, com um arco e uma aljava para suas flechas certeiras, ou ainda uma lira, ao lado de alguns dos seus animais simbólicos, tais como o corvo, o grifo e a serpente.

Apolo conseguiu sobreviver até mesmo diante do crescimento do primitivo cristianismo, chegando a ser citado na Bíblia, onde a religião de então se apoderou de certos traços do deus pagão grego para enriquecer seus próprios personagens santos, como Cristo e São Miguel arcanjo.

Na Idade Média; porém, Apolo foi correlacionado com o demônio pelos cristãos, mas os imperadores de Roma se utilizaram de sua imagem para sustentar ideologicamente suas monarquias e reinados como um todo.

Na mitologia da Grécia, Apolo foi o padrão divino perfeito, funcionado como modelo de veneração no mundo clássico grego e romano, e influenciando toda a riqueza dos diferentes tipos de comportamento dos homens.