Nos últimos tempos, as inúmeras câmeras espalhadas ao longo do planeta registram quase tudo que se passa pelo mundo. Elas têm papel importante para registro de crimes e para identificação de suspeitos. Mas, nem toda a tecnologia do mundo acaba sendo suficiente para elucidar todos eles. Alguns, inclusive, são icônicos e nunca tiveram solução.

A chacina da família Pesseghini

Uma chacina acabou com a vida de cinco pessoas da família Pesseghini. Marcelinho, de apenas 13 anos, chegou a ser suspeito de matar o pai e a mãe, ambos policiais militares, a avó materna e a tia-avó.

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Por outro lado, a mãe de Marcelinho teria descoberto um esquema de corrupção na Polícia e estaria disposta a denunciar. O menino teria matado a família e se matado, mas ninguém da família acredita nisto.

O caso Carlinhos

Em uma cena digna de filme, um bandido cortou a luz, invadiu a casa do menino e o levou. O homem usava capuz. Era 1973. Em 1977, um detetive particular concluiu que o pai do menino tinha envolvimento no crime e que o bilhete que pedia um resgate extremamente alto, teria sido escrito por um funcionário do pai do sequestrado. A polícia, porém, nunca concluiu a autoria.

O caso PC Farias

O ex-tesoureiro de Fernando Collor de Mello foi morto em 1996 ao lado de Suzana Marcolino, sua namorada. A teoria que a mulher teria matado o companheiro e se matado foi discutida, mas descartada por um perito particular. PC Farias era uma espécie de arquivo ambulante, mas nunca se comprovou nada contra ninguém.

Caso Ana Lídia

A menina morreu em Brasília, nos primeiros anos de vida da cidade.

O ano era 1973 e Ana Lídia Braga aos 7 foi morta cruelmente. Ela teria sido levada por um homem loiro de uma escola na Asa Sul de Brasília, supostamente Álvaro Henrique Braga, seu irmão e foi encontrada asfixiada e estuprada. Chegou-se a cogitar participação de filhos de políticos e gente importante. A imprensa foi calada pelo regime militar.

O escoteiro Marco Aurélio

O jovem de apenas 15 anos se perdeu após uma lesão no joelho de um outro escoteiro do Grupo de Escoteiros Olivetanos em Pico dos Marins, São Paulo. Ele se encarregou de abrir a trilha, mas em determinado momento as marcas deixadas pelo jovem sumiram completamente. Por conta disto todo o grupo se perdeu. Juan, líder do grupo, acabou sendo responsabilizado pelo abandono do jovem, mas o que aconteceu com Marco Aurélio nunca foi revelado. Acredita-se que ele ainda esteja vivo.

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