5 cenas sem pé nem cabeça do último capítulo de Segundo Sol

O final da novela das 21h teve emoção, festa, choro, morte e muita coisa mal explicada.

A novela Segundo Sol foi ao ar nesta sexta-feira (9) para mostrar ao público seu último capítulo. A expectativa da trama era muito grande, principalmente para os desfechos de cada um dos principais personagens. Alguns deles eram muito esperados, como a morte de Karola, o destino de Laureta e os finais amorosos de Rosa, Ionan, Valentim, Ícaro, Roberval, Cacau e até Groa. Entretanto, o que se viu, foi um final clichê e repetitivo. Confira então, algumas cenas que ficaram sem pé nem cabeça na trama.

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Sequestro de Miguelzinho

O autor deixou para o último capítulo o sequestro e resgate de uma criança. Em uma hora de capítulo, entretanto, muita coisa ficou sem explicação. Laureta conseguiu desmaiar Remy e Luzia com o cabo de sua arma e começou uma série de acontecimentos absurdos que acabou com uma cena típica de Matrix. Sem contar que o fim imitou o começo, com o mesmo sequestro de Valentim.

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Cena de Matrix

Na mesma cena de sequestro de Miguelzinho, o público pôde ver um acontecimento quase sobrenatural. Laureta atirou em Valentim e Karola conseguiu ser mais rápida que a bala do revólver, levando um tiro no lugar do filho. Na vida real, seria bem improvável.

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Cacau entra na área de embarque internacional sem passagem e passaporte

De acordo com a revista Veja, o final de Cacau e Roberval foi considerado clichê. Além disto, mostrou algo bem improvável e que poderia, na vida real, colocar a aviação brasileira em risco. Para interceptar o amado, ela entrou na área de embarque sem passagem e passaporte e chegou até a pista de aviões. O final foi lindo, mas, novamente, improvável na realidade.

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1ª beijo gay masculino da novela

Outra situação clichê e fora de contexto, segundo a revista. Groa estava sumido da novela, voltou apenas para dar o beijo em seu namorado e dar o que falar no capítulo final. O autor conseguiu o que queria. O beijo foi extremamente elogiado nas redes sociais. A questão é que a novela passou sem nenhum casal gay. O importante é que boa parte do público aprovou.

5

Final de Laureta

O autor, João Emanuel Carneiro, quis fazer uma sátira ao sistema penitenciário brasileiro. Em poucos dias, Laureta, que havia matado a própria filha, sequestrado uma criança e cometido tantos outros crimes, foi para Brasília após ser presa e se candidatou a deputada federal (número 6969). A cena foi um deboche, mas também improvável até para o Brasil.

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