7 reações do corpo quando estamos apaixonados

A paixão vem desde as primeiras civilizações, sendo assunto para escritos, pesquisas e muitos feitos artísticos que nos inspiram até os dias de hoje

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A paixão é o sentimento mais intenso e complexo de se lidar, mas também é o sentimento que foi influência para muitas obras artísticas em músicas, filmes, livros e rende, até hoje muitas pesquisas na área cientifica. É caracterizado por ficarmos com as mãos transpirando, as pernas tremulas, aquela sensação de “borboletas” no estômago, além de um forte desejo pela pessoa, falta de apetite, euforia e ansiedade. Tudo isso que sentimos é uma consequência direta das alterações drásticas de nossos neurotransmissores e hormônios que se elevam de forma significativa enquanto estamos neste período de intensidade amorosa.

Eis algumas características físicas e emocionais nas quais podemos ver claramente como ficam pessoas sob este estado e que comprovam a atividade destes neurotransmissores em nosso cérebro e toda sua influência em nossa fisionomia e sentimentos.

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A paixão como um vício

As paixões nos trazem uma sensação de prazer por estarem responsáveis por uma onda de dopamina nos circuitos cerebrais de recompensa. Estes circuitos ficam em uma área do cérebro próxima aos nossos olhos e é ativada sempre que recebemos alguma recompensa, realizamos alguma necessidade vital (beber, comer, dormir) e nas paixões não seria diferente.

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Mais emoção, menos razão

Testes de ressonância magnética foram feitos em estudantes apaixonadas para serem medidos ali os seus níveis de oxigênio em cada área do cérebro. Em relação entre o sentimento de emoção, prazer e satisfação, momentos iniciais de paixão dão a estas áreas um trabalho mais que o normal, enquanto na área do córtex pré-frontal, responsável pelo censo de julgamento, raciocínio e razão aparentam total inatividade nestes momentos.

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