8 doenças perigosas na gravidez que podem afetar a saúde e até causar má formação do bebê

A gestante deve se prevenir de algumas doenças para garantir uma gestação tranquila e reduzir os riscos de má formação.

A formação de um bebê ao longo das 40 semanas de gestação é prazerosa para as mamães, mas requer muitos cuidados, principalmente com doenças que podem afetar a Saúde intrauterina do bebê. Confira.

1

Infecção urinária

Dificuldade e dores para urinar podem ser um sinal de infecção. O exame pré-natal bem feito pode identificar e o médico por tratar se eventualmente vier a acontecer.

2

Doença periodontal

O inchaço da gengiva pode ser um dos sinais de doença periodontal. A doença pode acelerar o parto prematuro e afetar a saúde do bebê.

3

Contrair rubéola

Os sintomas são similares ao de uma gripe. Pode parecer simples, mas se o vírus invadir a placenta pode causar anomalias graves no feto como surdez e problemas na visão. O exame antes da gravidez (sorologia) é a melhor forma de prevenção.

4

Citomegalovírus

Vírus 'parente' da catapora pode afetar o sistema nervoso central do bebê. Se a mãe nunca teve contato com o vírus, o risco é maior.

5

Hepatite B

Para se prevenir, basta estar em dia com a vacina – são três doses e ela pode ser tomada. O vírus pode ser transmitido para o bebê e às mães infectadas não é recomendada a amamentação.

6

Zika Vírus (doença)

O combate ao Aedes aegypti é o melhor caminho de prevenção. A doença foi recentemente descoberta e causa má formação cerebral no bebê.

7

Sífilis (doença)

Uma doença sexualmente transmissível, então uma forma eficiente de prevenção é o contato sexual prevenido. Nos três primeiros meses pode causar aborto e no fim de gestação, o vírus pode contaminar a criança.

8

Aids (doença)

Transmitida por transfusão ou pelo sexo inseguro, as formas de prevenção são amplamente divulgadas. Entretanto o que algumas mães não sabem é que é possível uma mãe soropositivo ter uma criança soronegativo. Ao nascer, a criança é banhada imediatamente, para reduzir o contato com o sangue materno, e logo recebe a primeira dose do AZT xarope. O bebê não pode mamar no peito. O líquido contém o vírus.

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