Nova estrutura ministerial
Através de medida provisória, ficaram confirmadas 22 pastas ministeriais no governo de Bolsonaro: 16 ministérios, 2 secretarias e 4 órgãos equivalentes a ministérios.
Cargos de articulação da Casa Civil na Câmara e no Senado
A Casa Civil passará a ter dois secretários especiais, ficando estipulado um para a Câmara e outro para o Senado. Carlos Manato (PSL-ES) deverá ser anunciado para a Câmara, enquanto Leonardo Quintão (MDG-MG) para o Senado.
Demarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura
Como nova medida, ficou estipulado pelo governo que a Funai deixará de ser vinculada ao Ministério da Justiça e passará a fazer parte do Ministério da Agricultura, que, a partir de agora, será o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que cuidará das questões envolvendo os povos indígenas.
Novo Salário mínimo
Uma das principais medidas anunciadas no governo Bolsonaro foi o novo valor do salário mínimo, que ficou estipulado em R$ 998,00, que passou a valer no dia primeiro de janeiro, quando o novo presidente foi empossado.
Cargos de chefia no Itamaraty a não diplomatas
O governo de Bolsonaro também trouxe alterações nas relações exteriores ao estipular que não diplomatas também poderão chefiar cargos no Palácio Itamaraty.
Alterações internas em ministérios
As novas diretrizes do novo presidente também causou alterações internas em seus ministérios. No governo Bolsonaro, o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) passará a ter duas diretorias (Inteligência Financeira e Supervisão), que serão chefiadas pelo novo Ministro da Justiça, Sergio Moro. Outra alteração ocorrerá na Comissão de Anistia, que antes era comandada pelo Ministério da Justiça e passará aos cuidados do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.