Se tem parte do corpo humano que chamaa atenção das pessoas em praticamente todos os lugares no mundo, essa partechama-se cabelos. Alguns preferem os cabelos compridos, outros os curtos,outros os calvos, e por ai afora.

Sansão - um personagembíblico, por exemplo, de acordo com alguns registros Sagrados possuía um cabelo símbolo de força, de poder, de sedução, etc., e nos tempos atuaisenxergar lindas mechas de cabelos pode-se dizer que tornou-se comum, pois enfeitam,seduzem, chegam a valer fortunas.

Algumas pessoas chegam até a deixá-los cresceralém da cintura com objetivo  de “pagar” promessas, outras se arriscam a roubá-los epor ai afora, mas se de um lado os cabelos compridos enfeitam e alegram seupossuidor por onde passam, do outro, no local de trabalho, por exemplo, eles sãobem vistos ou mal vistos?

A questão do cabelo longo ser bem oumal visto no local de trabalho vai depender da situação na qual se apresenta,por exemplo: se a realização das tarefas for em máquinas ou equipamentos ondehá perigo de agarramento desses em partes móveis, nesse caso são mal vistos; seas tarefas a serem executadas forem em áreas administrativas, ou seja, onde nãohá perigo de agarramento dos cabelos em partes móveis, eles podem ser bemvistos, mas se as tarefas exigirem deslocamentos entre partes onde há e não há perigodos cabelos serem agarrados, nesse caso o melhor é não deixá-los soltos epronto e acabou.

Aderir à decisão radical de nãoutilizar cabelos soltos em certas partes do ambiente ou local de trabalhopode até parecer imposição, mas de que valerá apreciar um crânio vitimado pelaação de um acidente que poderia ter sido evitado?

É certo que as pessoas que possuemcabelos compridos serão contra esse tipo de impedimento, mas a prevenção tem deser elaborada e imposta pelo empregador junto ao empregado segundo os legisladores oficiais, a fim de evitar a ocorrência de certos danos,inclusive os que se tornam irreparáveis, e um crânio vitimado por umarrancamento de cabelos, além de ser um desses, também não é nada bom de servisto.

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