A empresa Petrobras, fundada em 3 de outubro de 1953 pelo então Presidente Getúlio Vargas, conhecida pela grande capacidade de inovação e exploração de petróleo em águas profundas e dona de uma das ações mais cobiçadas por sua rentabilidade e preferida pelos investidores, fechou o ano em queda de mais de 36% no valor de ações preferenciais.

No último pregão do ano, nesta terça-feira dia 30 de dezembro de 2014, as ações ordinárias da Petrobras caíram 2,83%. A Bovespa terminou o dia no vermelho, após um início sem tendência definida.

Em 2014, a bolsa brasileira acumulou queda de 2,91%. Neste ano, vários acontecimentos sucessivos trouxeram abaixo uma avalanche de problemas que até então, o mercado financeiro não sabia, muito menos a população.

Nos últimos 3 meses, a empresa perdeu mais de R$ 160 bilhões em valor de mercado caindo para a 4º posição na Bovespa, uma queda equivalente ao ano de 2005, voltando ao mesmo nível quando acumulou perda de mais de 40%. Com investigações realizadas pela Polícia Federal a operação Lava Jato, descobriu um grande esquema de corrupção dentro da própria Petrobras, tendo como líderes servidores da alta cúpula e grandes empresas de diversos segmentos.

Considerada uma das marcas brasileiras mais valiosas, começa perder seu prestígio no mercado nacional e internacional e acumula prejuízo com a falta de reajuste no aumento da gasolina. O preço do barril cai mais de 39%, mesmo com a grande exploração e riqueza do Pré-Sal. A rentabilidade com a venda do petróleo não é a mesma em relação há vários anos em que a mesma batia recordes de vendas e lucros.

Com o término de vários contratos devido a desconfiança e as investigações, a empresa sofre com a dificuldade de obter caixa e de financiar seus projetos de estudos tecnológicos que estão em andamentos e os novos que serão desenvolvidos em 2015.

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"A situação é muito preocupante para a maior empresa do Brasil, e o curto prazo continua bastante sombrio", disse o analista Marco Aurelio Barbosa, da CM Capital Markets, em nota a clientes.

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