Segundo especialistas e analistas, a produção industrial brasileira em 2015 estará em baixa, piorando a economia e aumentando a inflação. Hoje pela manhã o Banco Central divulgou alguns relatórios que constatavam as evidências, mostrando que as previsões eram de 0,50% e deram um incrível salto para 0,58%.

Há pelo menos um mês, as estimativas do PIB em 2015 eram positivas com 0,03%, o que pelo menos não é um retrocesso. Desde 1990, cujo valor do PIB no final do ano eram de -4,35%, não vemos uma queda tão alta, mas mesmo assim estamos longe dela com nossos atuais 0,50%.

Alta na Inflação

O Copom ( Comitê de Política Monetária), por meio de um relatório, revelou sua previsão para o IPCA 2015 ( Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que passará de 7,33% a 7,47%, formando assim a nona semana consecutiva de alta nesses valores, algo assustador.

Também foram feitas previsões para 2016, bem mais otimistas com IPCA de 5,5 a 5,6%. Nesta quarta-feira será realizada uma reunião para decidir os valores das novas taxas de juros, decididos pelo Copom.

O Banco Central se esforça para amenizar a situação e trabalha com essas constantes altas nos valores, porém, com já dito, em 2016 haverá uma baixa de pelos 4,5% no encerramento do ano. Para um banco, é difícil trabalhar com essas oscilações a longo prazo, mas as previsões são otimistas, apesar de não concretas.

Medidas econômicas que serão tomadas

O atual ministro da Fazenda Joaquim Levy, afirmou que as antigas medidas de estímulo como aumento de tributos, corte de gastos, limitação e diminuição das medidas sociais e investimentos não haviam sendo bem desempenhadas mas que não contribuiriam para uma recessão econômica brasileira.

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Levy afirmou que tenta voltar com os gastos de 2013 para diminuir as desonerações e voltar a crescer de forma sustentável .

Dólar

Estimaram também um crescimento da moeda norte-americana em 2015, de R$ 2,90 para 2,91. Já para 2016 esperam-se valores próximos a R$3,00. Alguns especialistas dizem que as previsões para o ano devem se deteriorar, já que a economia sofre ajustes e está em desaceleração.

Infelizmente as pessoas que mais sofrem com tudo isso aqui no Brasil são as pessoas de classe média, que engrenaram o crescimento do país nos últimos anos e agora são as mais prejudicadas por essa crise.