O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quinta-feira, 09 de julho, os dados da taxa de Desemprego no país. O número cresceu nos últimos três meses e alcançou a marca de 8,1% até o mês de maio. No mesmo período do ano passado, a taxa era de 7%, e em fevereiro de 2015 o número estava em 7,4%. As informações da pesquisa são da Pnad Contínua Mensal, que abrange todo país.

O número de desempregados no Brasil teve um crescimento de 18,4% em ano, um recorde de toda a história da pesquisa.

Para o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, a taxa de desemprego cresceu por uma procura grande de emprego, sem a criação proporcional de Vagas. "Você tem muita pressão em cima do mercado", explica.

Ao todo são 8,2 milhões de pessoas sem ocupação no país. Além do desemprego que atinge o país, por conta da crise econômica, o rendimento real dos trabalhadores também caiu 0,7 por cento em comparação com o trimestre anterior a pesquisa feita pelo IBGE. Chegando em uma média salarial de R$ 1.863,00.

Um recuo de 0,4% em relação ao ano de 2014. E enquanto isso, a conta de energia elétrica, combustível e gastos com alimentação só crescem.

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho do Brasil reflete a má gestão do atual Governo brasileiro e a incapacidade administrativa dos exs e atuais Ministros. Além disso, a inflação exorbitante, a desaceleração da economia, o encolhimento do PIB em 0,2%, a diminuição do crédito, o medo e a insegurança de empresas e empresários em investir no Brasil e planejar o futuro dos próximos anos.

A incerteza do que o governo vai fazer para tirar o Brasil da crise assusta economistas, empresários e principalmente os trabalhadores.

No mês de maio já foram fechadas 115.599 vagas de trabalho formal no país. O pior resultado para o mês, já visto na história. Além das férias coletivas que grandes empresas tem feito em todo país, para cortar gastos e equilibrar os estoques parados e milhares de carros nos pátios das montadoras e concessionárias.

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