A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta sexta-feira (2) diversas medidas que deverão ser tomadas para que o Governo possa conter gastos. Dilma anunciou também o aumento de vários impostos e propôs a recriação da extinta CPFM.O problema é que na hora de "cortar na própria carne", a presidente preferiu não se sacrificar tanto.

Primeiro seriam extintos 10 ministérios, só que apenas 8 serão reduzidos.

O ministério da Pesca e da Agricultura foi fundido e o Gabinete de Segurança Institucional já não tem mais o título de ministério.Quanto a Secretaria de Assuntos Estratégicos, esta finalmente foi extinta, pois não estava fazendo nenhuma diferença para o país manter os gastos com mais este ministério.

A Secretaria-Geral agora está agrupada com a Secretaria das Relações Institucionais, ficando o nome de Secretaria de Governo para estas duas que passam a ser apenas uma.

A ministra Nilma Lino ficou responsável pelos Direitos Humanos, Mulher e Igualdade Social e ainda houve a fusão do Trabalho com a Previdência Social.Também foi anunciado corte nos gastos com a redução de 30 secretarias em praticamente todos os ministérios.

Os serviços de custeios e os terceirizados terão uma redução de 20% e vai haver um limite para os gastos feitos com passagens aéreas e viagens em geral, além de um limite para as ligações telefônicas.

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Corrupção Política

Para o uso da água e da energia não foi estipulada uma quantidade máxima a ser gasta e nem metas para incentivar a economia, porém serão cortados 3 mil cargos em comissão e será necessário ter uma "central de automóveis" para ver se o Governo consegue reduzir a frota de veículos que atualmente atende aos ministérios.

Um dos destaques do pronunciamento da presidente Dilma foi quanto a redução de 10% nos salários dos ministros e ficou confirmado ainda que todos os contratos de aluguel, vigilância, tecnologia e prestação de serviço de um modo geral serão revisados no intuito de ver o que pode ser cortado ou ao menos ter uma redução significativa.

Mercadante está novamente no Ministério da Educação e alguns peemedebistas que têm ligações com Eduardo Cunha, presidente da Câmera, estarão ajudando a compor este novo Governo.

As medidas anunciadas ficarão longe do que os economistas disseram que precisaria ser feitos e o Governo ainda continua gastando muito e mais uma vez, a população terá que arcar com estes gastos e pagar mais impostos para tentar pagar ao menos uma parte deste imenso rombo.

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