A moeda americana, nesta quarta-feira, dia 4 de novembro, teve uma alta no mercado e atingiu o patamar de R$ 3,79. Ela acompanhou a tendência. sendo alavancada pela valorização das ações no mercado chinês. A moeda se mostrou estável no final do dia, fechando a cotação no patamar elevado.

Ao longo do dia, o dólar foi alvo de flutuações constantes em sua cotação. Nas primeiras horas do dia, a mesma dava sinais que oscilaria para baixo. De acordo com especialistas, esta variação foi influenciada pelas constantes notícias e incertezas sobre a situação econômica e política do Brasil.

A sua baixa ainda estava sobre influência do dia anterior, quando a cotação havia fechado em níveis menores por causa do desaquecimento sofrido pelo mercado financeiro internacional. A moeda apresentara cerca de 2% de desvalorização, o que preocupava os técnicos financeiros.

A cotação começara com uma leve subida de 0,17%, trazendo a moeda para o valor de R$ 3,77. Depois disto, ele teve uma constante queda, chegando a ser cotado a R$ 3,75, acumulando uma queda de 0,97%.

Durante o dia, com a divulgação da notícia de que o Banco Central Americano iria aumentar a sua taxa de juros no mês de dezembro, a cotação da moeda voltou a subir.

Segundo as informações divulgadas por uma das executivas do banco, Janet Yellen, a economia americana estaria dando sinais de bons resultados, o que estimula a injeção de dólares no mercado. Deste modo, a elevação da taxa de juros contribui para a valorização cambial, por estimular investimentos por parte do mercado de capitais.

A alta do dólar foi ajudada também pela valorização das ações na bolsa de valores da China.

As mesmas tiveram um ganho em valorização consecutivas por exatas sete semanas. Isto foi possível por causa das aberturas de mercado entre as cidades de Hong Kong e Shenzen.

Ao contrário dos Estados Unidos e da China, o clima financeiro no Brasil inspira cautela e mostra uma queda de investimentos no país. As discussões políticas em torno da crise política instalada tem diminuído investimentos e estimulado a saída de dólares do país.

O Banco Central divulgou a informação de que em outubro, assim como em setembro, a saída da moeda internacional superou a entrada no Brasil. Foram cerca de 3,5 bilhões de dólares. Este fenômeno ainda é consequência do grau de rebaixamento em investimento no país e que foi dado pela agência Standard & Poors.

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