A Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André) verificou os preços na rede de supermercados do ABC paulista ede acordo com os resultados da pesquisa, os produtos da cesta básica que mais sofreram aumento foram o açúcar refinado e o leite longa vida.

Fábio Vezza De Benedetto,que coordenou os trabalhos de análise de dados, informou que a elevação do custo do açúcar não ocorria desde 2011. De acordo com Fábio a alta do dólar influenciou o produto e beneficiou a exportação, levando os produtores a optarem pelo mercado externo e produção de etanol.

O açúcar teve uma alta de 6,47% e o quilo (pacote) passa a custar R$2,14. O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) da Esalq/USP (Universidade de São Paulo), informou que o leite subiu em decorrência de fatores ambientais, como as chuvas fortes no sul e seca na Bahia, que afetaram o setor.

O aumento se faz sentir nas prateleiras dos supermercados do Grande ABC. O leite longa vida está sendo vendido a R$2,24, com o percentual de aumento de 4,19%.

Outros itens sofreram alta como a alface, com índice de 3,88% e o preço para venda de R$2,14 a unidade.

O quilo da laranja sendo comercializado a R$1,94, apresentando uma baixa oferta.

No geral a cesta básica no ABC (São Paulo), permaneceu estável com índice de acréscimo de 0,28% e elevação de R$1,41. O preço da cesta com 34 produtos chega a R$506,84.

A estabilidade no ABC paulista é um reflexo da queda dos preços de alguns itens da cesta básica, como os produtos de higiene pessoal e limpeza. A batata teve baixa de (-7,22%) e a cebola (-5,42%) e o quilo em torno de R$4,24 e R$4,01.

Para o consumidor é uma boa notícia e acaba refletindo no bolso do trabalhador, pois gastar um pouco menos na hora de comprar acaba gerando economia. Nesses tempos de crise onde não se esperam notícias favoráveis, o indicador já aparece positivo, se os preços continuarem em queda, o consumidor poderá comemorar e quem sabe entrar 2016 com boas expectativas.

O momento econômico do país é de cautela, o Governo precisa melhorar o setor e alavancar o comércio, mas para que isso ocorra é necessário criar soluções.

O Brasil tem que voltar a crescer e a reforma tributária já se fazem necessária.

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