O IBGE registra para o início do ano a maior taxa desde o fim de 2002 e começo de 2003.O grande vilão dos preços neste ano de 2016 é o custo com a alimentação. Com um aumento de 2,28%, e o transporte público com acrescimento de 1,77%.

Alimentos do dia a dia tiveram um aumento maior do que as refeições feitas na rua, como no caso batata que subiu14,78%, o tomate com um aumento de27,27%, também a cebola e a cenoura, (32,64%) e (22,05%) respectivamente.

Para os cidadãos que dependem do transporte público,o aumento foi considerável e pesou no bolso do brasileiro.

Com a gasolina mais cara, tendo o preço do combustível subido 2,11%, somando com o reajuste do transporte público em geral, que elevou para 3,84%, o montante chega a espantar o contribuinte.

Para aquele que necessitam dos ônibus urbanos, baseando nos aumentos já descritos acima, o valor pago pela passagem subiu 5,61%.

O quadro geral do transporte, poderia ser ainda pior se não fosse a queda dos preços praticados pelas empresas aéreas, o valor caiu6,31% este ano de 2016.

O Banco Central em parceria com mais cem bancos, em pesquisa, divulga no boletim Focus, as possíveis previsões da inflação para 2016.

Analistas de vários bancos preveem ainda mais a alta da taxa inflacionária, e a possível queda do PIB neste ano.

Antes da assembleia do Copom, O Banco Central tinha por meta manter a taxa Selic em alta, a fim de segurar o avanço da inflação, contudo para alguns analistas, o motivo do Banco Central ter deixado a taxa inalterada seria a pouca produção comercial.

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Caso as suspeitas dos pesquisadores financeiros se concretizem e o PIB de 2016 fique em baixa assim como o PIB de 2015 ficou, ficará para história que o país registre dois anos seguido de redução do Produto Interno Bruto, desde que oIBGEfoi implantado em 1948.

Como manobra o Banco Central, pode ainda elevar as taxas de juros, com o intuito de diminuir os consumos e crediários.

A previsão para 2017 é que a taxa de juros fique em torno de12,75% ao ano, podendo diminuir em 2018.

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