Não há nenhuma incerteza em dizer que o Brasil está passando por uma profunda crise Política, gerando vários problemas e mudanças econômicas de grande escala.

Há pouco tempo atrás acompanhamos o afastamento de Dilma Rousseff, onde o seu vice presidente, Michel Temer, assumiu o lugar como presidente interino da República Federativa do Brasil. Analistas de Wall Street gostaram da mudança e da nova liderança brasileira, porém só isso não basta.

Temer tem que mostrar ser capaz de lidar com o imenso desafio que a economia do Brasil está passando.

Para se ter uma ideia, o Brasil luta contra a inflação que beira os 7%. Por incrível que pareça, são taxas mais altas do que as existentes no Peru e México. É considerado um país que possui a maior economia da America Latina e um ótimo mercado para empresas como Amazon, Nike e Ford, porém a crise econômica teve seus impactos sobre essas empresas.

A Nike, por exemplo, tem presenciado uma grande queda em suas vendas no país.

Apesar da nova liderança de governo e a situação atual da crise não ser igual (ou pior) a dos países vizinhos como Venezuela e Argentina, seus problemas econômicos são drásticos e requerem o mais rápido possível uma solução.

Cenário político e suas influências no mercado econômico nos próximos dias

Vale ressaltar que, em maio, a presidente Dilma Rouseff foi afastada temporariamente de suas funções por 55 votos do senado, após votação na Câmara dos Deputados. Teoricamente, ela teria que persuadir mais dois senadores para que o seu impeachment seja barrado.

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Michel Temer Política

No processo, o presidente do Senado, Renan Calheiros, não pode votar pois estava na função de liderança. Agora, na votação que acontecerá no dia 29 de agosto, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, será o novo líder do processo, fazendo com que Renan possa votar. Além disso, mais dois senadores do PMDB que não votaram em maio e são esperados para apoiar o processo impeachment que acontecerá em breve.

Como podemos ver, Dilma terá que "convencer" mais gente do que esperado para que o seu impeachment não seja aprovado no Senado.

Edgar Blanco, diretor de pesquisa no Centro do MIT para Transporte e Logística, e contribuinte da revista Forbes, diz que as propostas e medidas para a economia tomadas por Temer estão sendo bem recebidos pelo mercado. Exemplo disso foi a queda do dólar. A volta de Dilma Rousseff poderia agir negativamente para esses pontos que estão crescendo no Brasil, por isso, ela deveria aceitar tais mudanças tomadas por Temer e retomar a confiança do país novamente para voltar a presidir o Brasil de uma forma melhor.

Uma coisa é certa: o cenário ainda é de incerteza, e até chegar o dia do julgamento final, ou seja, o impeachment, o que todos esperam é que a economia brasileira possa crescer novamente.

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