Para o Presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, o Brasil só voltará a crescer, quando a preocupação coletiva sobressair-se das individuais e o congresso deixar a relutância em aprovar medidas de ajuste fiscal. Ilan fala que o que querem passar para a população, dizendo que todo mundo é a favor do Fiscal, não passa de teoria, que na realidade cada qual está preocupado é em cuidar dos seus próprios interesses, ainda insiste em afirmar que, se cada qual só cuidar do seu lado, a #Inflação continuará na mesma.

No decorrer de uma entrevista concedida na sede do Banco Central na capital paulista, Ilan Goldfajn estimou que a economia está "equilibrada e parou de cair".

Para 2017, ele prevê uma "recuperação razoável".

Em 9 de julho deste ano, Ilan Goldfajn assumiu o controle do Banco Central. Época em que o dólar estava em alta e a principal política do BC era tentar conter a alta da moeda americana. Ainda conseguiu que a moeda recuasse de 6,24%, nesse interim, para R$ 3,17. Adotando um sistema mais preciso e básico na ata do "documento que analisa a reunião do comitê responsável pela definição da taxa de juros (Copom).

Quando indagado sobre as imposições da classe política do governo para que o Banco Central corte juros e use outras formas para que a inflação seja contida, o mesmo declarou: "É como se a recomendação fosse botar um pé na geladeira e outro no fogão e, na média, estamos iguais. Não estamos", afirmou Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central.

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Nos últimos doze meses, que foram fechados em julho passado, a inflação do Brasil chegou a 8,74%, teto bem acima do qual era estimado para esse período, que seria de 6,5% anual. Perguntado pela Folha de São Paulo se os próximos anos seriam de crescimentos baixo, o presidente do Banco Central enfatizou que "não voltaríamos ao período antes de 2008, no qual havia muita exuberância". Disse também que é correto afirmar que o crescimento durante esses anos será menor e que muitas mudanças ainda terão que serem feitas para que a nossa economia reaja positivamente. #Crise econômica #Crise no Brasil