Os números da economia brasileira ficam cada vez piores. O nosso Produto Interno Bruto (PIB) ficou menor, dessa vez, a queda foi de 0,6%no trimestre. Esse é o sexto trimestre seguido de queda, que deixa os brasileiros cada vez mais preocupados com a situação da maior economia da América Latina.

A agropecuária caiu 2%, enquanto os serviços caíram 0,8%. Na contramão da agropecuária e dos serviços, a indústria teve um saúdo positivo de 0,3%.

O investimento estava caindo há 10 trimestres, mas agora, mostrou uma leve reação de 0,4%.

Esses números negativos não surpreenderam muita gente. As previsões divulgadas anteriormente já indicavam que o resultado seria negativo. OIBC-Br - Índice de Atividade Econômica do Banco Central -, disse, há duas semanas, que esperava uma queda de 0,53% no trimestre.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou, há pouco tempo, que estava um pouco menos pessimista com a situação da economia brasileira. Depois de cinco revisões para baixo, o fundo melhorou a sua projeção para o Produto Interno Bruno para o ano de 2016.

O FMI tinha feito uma projeção em abril para uma queda do PIB de 3,8%, agora estima-se que o Brasil tenha uma queda de 3,3% no Produto Interno Bruto.

Mesmo com tantas notícias ruins, o PIB brasileiro deve voltar a crescer já no próximo ano. O FMI acredita que a economia vai crescer 0,5%.

Como a economia pode voltar a crescer?

Controle de gastos do governo: para os economistas, o controle dos gastos do governo é uma peça super importante para ajudar a retomar o crescimento.

Câmbio: o dólar mais baixo ajuda a indústria brasileira, mas, por outro lado, o lucro com as exportações cai bastante e enfraquece a balança comercial.

Mundo: Brexit, Economia chinesa e juros dos EUA, deixam em dúvida como será a economia global nos próximos anos.

Por fim, a confiança: o aumento da confiança, as pessoas e as empresas começam a voltar confiar na economia e voltam a consumir e fazer investimentos.

Vale salientar que o fim do impeachment e a confirmação de Michel Temer como presidente da República até 2018, deve acelerar os investimentos de capitais estrangeiros, que esperam a solução da crise política no Brasil.

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