Uma das maiores preocupações do brasileiro na atualidade, além da Política é, sem dúvida nenhuma, a reforma da Previdência Social. Em especial, para aqueles que esperam se aposentar logo.

A razão da reforma é evitar o aumento do rombo previdenciário em razão da alteração da pirâmide de faixa etária, uma vez que a população de pessoas velhas no Brasil vem aumentando e a de jovens diminuindo.

O presidente Michel Temer já afirmou que a alteração é um caminho sem volta e que, sim, deve ser votada.

Como é atualmente?

Atualmente, para a aposentadoria comum, aquela chamada por tempo de contribuição, utiliza-se aa regra de 35 anos de contribuição para o homem e 30 anos para as mulheres.

Quando o beneficiário possui idade relativamente baixa para se aposentar, aplica-se o fator previdenciário, que visa desestimular a aposentadoria precoce dos trabalhadores através da queda no valor inicial do benefício a ser pago ao aposentado.

Como deverá ficar a regra, caso seja aprovada a reforma?

A proposta do governo é aumentar a idade mínima para aposentadoria, ainda que já tenha completado o tempo de contribuição de 35 ou 30 anos.

Para a nova proposta, espera-se que o trabalhador complete efetivamente 65 anos de idade, mais o tempo de contribuição. Assim, por exemplo, o homem que inicie seu trabalho e consequente contribuição aos 30 anos de idade, demorará efetivamente 35 anos para alcançar a idade de 65 anos e completar efetivamente o tempo de contribuição, atingindo então o requisito mínimo para aposentadoria.

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E para quem está em vias de se aposentar?

Para o governo, as regras deverão ser válidas por homens com idade até 50 anos e mulheres e professores até 45 anos.

Quem estiver acima dessas idades, haverá uma regra de 50% onde, aqueles para os quais faltar, por exemplo, um ano para se aposentar, deverão ficar mais seis meses contribuindo. Para quem faltar dois anos, deverá trabalhar mais um ano, e assim sucessivamente.

Para votação ainda deverão ser ouvidos sindicatos, representantes de aposentados e outras áreas interessadas no debate para, posteriormente, o projeto ser enviado para apreciação dos parlamentares. Portanto, há ainda um longo caminho a ser percorrido.

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