As grandes corporações empresarias do Brasil estão otimistas em relação a melhora no quadro econômico e empregatício para o próximo ano, segundo a pesquisa estatística "Agenda 2017". Quem fez e organizou essa pesquisa foi a empresa de consultoria Deloitte, juntamente com 746 instituições. Dessas, 1/3 relatam que seus ganhos líquidos ultrapassaram R$1.000.00,00. Cerca de 32% são administradas por empresas do exterior.

Esses dados são de 2016.

Agora, em 2017, a pesquisa mostra que a quantia total dessas mesmas receitas podem chegar a ultrapassar R$1.739 trilhões no ano que vem, que seria um aumento de 8% em comparação a 2016. O mercado tem se mostrado disposto a retomar os investimentos no nosso país gradualmente. A ampliação da margem percentual esperada para 2017 é de 5% e de modo escalável.

Em entrevista, o sócio majoritário da Market Development da Deloitte, Othon Almeida, diz que, apesar do mercado nos últimos 2 anos ter se mostrado deflacionado por questões de crise Política no país, estima uma aumento de 8.3% nessas receitas, significa que o otimismo faz toda a diferença na retomada econômica de uma nação.

Segundo as empresas que participaram da pesquisa, os principais elementos que farão a diferença no crescimento serão: a oscilação de câmbio, a recuperação econômica e as mudanças no valor do petróleo, incluindo áreas bastante prejudicadas, tal como a construção civil.

Ainda na mesma pesquisa, os seguimentos que esperam as melhores expectativas são as de atividades financeiras, tecnológicos e saúde.

No ramo de veículos e de peças, há um certo pessimismo na arrecadação de 2016, mas a estimativa para 2017 é que haverá um aumento de 9%.

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Política

No setor industrial, 40% das empresas tem intenção de investir na substituição de seus maquinários e instalações.

Na questão dos empregos, as estimativas também são ótimas. 84% da companhias tem a intenção de empregar mais pessoas, apesar de preferencialmente buscarem profissionais mais qualificados.

Portanto é necessário estudar e se qualificar, as estatísticas são bem claras quanto a isso. Os profissionais com as melhores atribuições estarão na linha de frente na retomada econômica nacional.

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