Os motivos principais para com que cidades cancelem o Carnaval é a falta de dinheiro para garantir segurança no evento. Verifica-se que cidades de todo o país cancelaram o evento, pois o Brasil encontra-se em um período inviável para realizar grandes festas. No Rio de Janeiro, escolas de samba perderam até 40% da receita, além disso 55 blocos não participaram do evento por ausência de patrocínio.

Assim, percebe-se que a baixa na economia brasileira deve-se ao pior período de recessão financeira, motivos relevantes para que políticos do Brasil optem ou por cancelar evento de carnaval na cidade ou reduzir gastos.

Cidades brasileiras foram afetadas pela crise financeira, sendo assim, prefeituras de várias cidades decidiram não promover grandes investimentos na maior festa brasileira, já que não há dinheiro para promover eventos de entretenimento, uma vez que a época é de redução de gastos. Sabe-se que o carnaval de 2017 foi cancelado em no mínimo 70 cidades brasileiras

Participam do corte carnavalesco grandes capitais e cidades pequenas, algumas inclusive com forte tradição em promover o carnaval, como por exemplo: São Luis do Paraitinga, que fica localizado no Vale do Paraíba, levando em consideração os argumentos utilizados pela prefeita Ana Lúcia Bilard Sicherle (PSDB), verifica-se que não existe recurso e nem orçamento para promover a festa na cidade.

Já em Minas Gerais, os cofres sem dinheiro também impediram que o evento ocorresse. Destaca-se que a prefeitura de Nova Lima disse que encontra-se em uma severa crise econômica, caso similar ao de outras cidades mineiras.

A crise afetou até a cidade do Rio de Janeiro, haja vista que escolas de samba também realizaram cortes financeiros, tendo a Mocidade Independente de Padre Miguel e a União da Ilha encerrado ensaios-show.

Segundo o presidente da União da Ilha, abrir a quadra para um evento dessa proporção não é barato.

A falta de dinheiro está impedindo que blocos desfilem na rua, só no RJ foram 55 que não puderam participar do evento por falta de patrocínio. Além disso, observa-se que a tendência do brasileiro diante de um período de crise é evitar gastos com entretenimento.

Ante o exposto, a crise financeira não afeta alguns setores da economia brasileira, mas afeta grande parte de uma maneira genérica, o que inclui o carnaval, pois o período não encontra-se favorável nem para a patrocinadores e nem para as prefeituras.

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