Não resta a menor dúvida de que os holofotes dos comentaristas políticos, economistas e do povo em geral estão voltados para as ações de Michel Temer, com a sua equipe de ministros, partidos da base aliada e assessores, no sentido de poderem entender até que ponto as medidas tomadas pelo governo federal conseguirão tirar o país de sua pior maior Crise econômica e Política desde a instauração da República.

Obviamente as opiniões se dividem; sendo que para alguns, o mínimo gesto, principalmente do PMDB e do PSDB, devem ser repelidos com veemência, pois podem significar tudo o que há de mais ruim para o país.

Por outro lado, há milhões de brasileiros que entendem que as medidas tomadas pelos governantes atuais, são baseadas nas melhores das intenções e que somente com tais ações de choque na administração, é que a nação voltará novamente aos trilhos da normalidade.

O ponto de discussão do momento é o anseio do governo de liberar as vendas de terras aos estrangeiros, algo que sempre foi dificultado o máximo possível por meio de parecer datado de 2010 da AGU - "Advocacia Geral da União".

A síntese do que está acontecendo é que o Planalto Central irá enviar um projeto de lei ao Congresso no Distrito Federal, que trata especificamente da permissão de se adquirir terras brasileiras por cidadãos estrangeiros e organizações internacionais. A pré-condição estipulada para que essa negociação vingue e tenha desdobramentos econômicos favoráveis, é que no mínimo 10 por cento de área geográfica da terra comprada, tenha como destino todos os projetos que têm relação direta com os planos de Reforma Agrária, algo que parece nunca sair do papel de uma forma definitiva quando o assunto é Brasil.

As informações, até então sigilosas, foram emitidas por uma fonte bastante influente do governo à agência de notícias internacional “Reuters”. Temer tem total consciência de que a AGU não vê com bons olhos a venda de porções do Brasil para estrangeiros, pelo contrário, essa Agência emite parecer claro, dificultando o processo de negociação ; entretanto, o governo também sabe que se tais áreas geográficas forem vendidas para empresas e milionários que não sejam brasileiros, o aporte financeiro que pode ser injetado na economia do país, é algo que atinge cifras estratosféricas.

Vale frisar de que organizações do exterior ligadas ao agronegócio estão se antecipando em saber mais sobre as reais condições de comprar terras brasileiras e passar a produzir no país, mas desde que as regras da negociação estejam muito explícitas para todos.

Agora se o projeto de lei vingar e se, mais ainda, essa será uma medida que agregará valores e qualidade de vida à população como um todo, somente o tempo poderá dar as respostas.

E você, qual a sua opinião sobre o assunto? Apóia ou não a tomada de decisões do governo federal?

Não perca a nossa página no Facebook!