O Brasil encontra-se em uma grande Crise econômica que destruiu milhões de empregos desde 2014, e geralmente após tanto tempo de crise é esperada uma retomada de crescimento e melhora da situação econômica do país. Entretanto, os dados macroeconômicos e as ações tomadas pelo governo apontam que a saída dessa crise pode estar muito mais longe do que se pensa. Acompanhe alguns dos motivos para se preocupar com o que pode ser uma falência do Brasil nos próximos anos.

Reajuste recorrente do déficit anual esperado. O governo federal estipulou um déficit máximo de R$ 139 bilhões, enquanto o mercado aumentou as suas previsões algumas vezes durante o ano, e agora ela se encontra em R$ 145,268 bilhões esperados de déficit, valor que pode subir mais até o fim do ano.

O problema é que o país já tem uma divida de 78% do seu PIB (Produto Interno Bruto) e as projeções de arrecadação do governo e crescimento da economia são constantemente reajustadas para baixo.

A expectativa de crescimento é quase inexistente, se encontrando em 0,2% no momento, segundo as previsões do FMI (Fundo Monetário Internacional). Enquanto isso, o orçamento do ano é feito com base na expectativa de crescimento feita pelo governo federal no começo do ano, que foi de 1%.

De acordo com as últimas projeções do governo, o país vai continuar em déficit até 2020, o que significa que a divida externa brasileira vai aumentar até lá.

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Política

Essas contas foram feitas presumindo-se que não haverá uma crise internacional nesses próximos anos envolvendo alguma grande Economia, porque caso exista, o Brasil vai ter as suas projeções de crescimento reduzidas e o déficit orçamentário vai aumentar mais ainda.

Em que situação o próximo presidente vai assumir o país?

As expectativas continuam ruins para o próximo ano. O FMI já reduziu o crescimento esperado de 2018 para o Brasil.

Além disso, as reformas que o mercado esperava que o atual presidente Michel Temer conseguisse passar não foram para frente, o que deixou o país mais longe de uma retomada no crescimento.

O próximo presidente, que será eleito no próximo ano e tomará posse em janeiro de 2019, terá que passar uma reforma da previdência de forma urgente, já que é o setor mais insustentável dos gastos públicos nos últimos anos, chegando a R$ 184 bilhões de déficit em 2017 de acordo com os números do governo.

Com isso, o eleito em 2018 deverá ter força politica para passar reformas como essa, que são impopulares para a população em geral, além de outras, como corte de gastos em várias esferas, congelamento de concursos públicos para não aumentar os gastos orçamentários e o déficit fiscal.

Portanto, é esperado que o presidente eleito em 2018 tenha força politica na Câmara Federal e no Senado, já que 2019 será um ano de muitas reformas no sistema econômico brasileiro.

Caso não haja mudanças, o país pode enfrentar uma crise ainda maior no futuro.

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