O Brasil vem atravessando um período conturbado em sua economia. Não diferente, o país ainda enfrenta uma grave crise política que há muito não se via. Todos os dias os brasileiros precisam conviver com notícias de uma nação incrivelmente atrapalhada pelo grande número de corruptos. Entretanto, aos poucos, o país tenta uma vagarosa retomada no cenário econômico mundial.

Tantos problemas administrativos no país culminam em um exacerbado número de pessoas desempregadas, são aproximadamente 14 milhões atualmente.

O momento é difícil para a indústria e o comércio do Brasil, muitos não suportam e sucumbem na tentativa de se manter vivos no oceano revolto em que está a nação brasileira. Com tanto desemprego a economia padece e a inadimplência cresce.

Aos poucos, o presidente Michel Temer tenta colocar o país no trilho do crescimento. Entretanto, poucos confiam na capacidade do atual mandatário brasileiro em fazer o Brasil guinar sua economia. De certo é que o presidente tem tomado algumas decisões, a fim de restabelecer a ordem econômica do país.

Desse modo, o Brasil deve assinar na próxima sexta-feira (1º) um acordo com uma empresa estatal chinesa (China Nacional Nuclear Corporation) objetivando um estreitamento das relações Brasil e China, no âmbito nuclear. Entre as propostas, o memorando indica que a empresa chinesa se juntará a Eletronuclear para a conclusão das obras da Usina Nuclear de Angra 3.

O acordo é bilateral e visa benefícios mútuos.

De certo é que em um momento tão conturbado no âmbito político/econômico, um acordo (saudável aos brasileiros) pelo menos geraria novos empregos para o cidadão brasileiro sedento por oportunidades. A situação não pode estagnar e ações precisam ser tomadas em busca de restabelecimento econômico. De modo a beneficiar famílias que sofrem com o desemprego comprometendo o desenvolvimento de seus membros.

Contudo, esse será o terceiro acordo firmado entre Brasil e China em relação ao desenvolvimento nuclear. O primeiro acordo foi firmado em 2015 e visava à cooperação entre os países no desenvolvimento do tema Energia Nuclear. O segundo acordo foi firmado em 2016, com objetivo de desenvolver possíveis parceiros na conclusão da construção da usina nuclear de Angra 3.

A China segue com sua economia bastante sólida no cenário mundial, e o Brasil precisa aproveitar a boa relação com o país oriental para firmar novas parcerias a fim de buscar a retomada de um crescimento econômico brasileiro sólido.

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