O Brasil está passando pela maior crise de sua história, tendo o pior triênio desde que o PIB do país é calculado. Desde o começo da retração econômica do país, outros setores sofreram muito influenciados pelo Desemprego, como a segurança pública que ficou sobrecarregada.

As greves dos policiais militares em alguns estados, aliadas ao aumento massivo do desemprego nos últimos anos está correlacionada com o crescimento da violência nas grandes cidades desde 2013, e ambos são causados por problemas na economia.

O Rio de Janeiro é um dos estados que mais sofre com a Crise econômica, e consequentemente vivenciou o caos na segurança, tendo que recorrer ao exército para manter a ordem na cidade.

A crise deve piorar:

Os déficits esperados pelo governo estão sendo reajustado várias vezes durante o ano, o que é visto com desconfiança pelos investidores que esperavam um cenário controlado no país. No começo do ano o esperado era 139 bilhões de reais de déficit, e hoje o número mais aproximado é de 159 bilhões, podendo aumentar até o final do ano.

O governo tem a obrigação de cumprir a meta fiscal do ano, o problema é que existe certa dificuldade de remodelar os orçamentos do país. As áreas que podem sofrer cortes de orçamento são sensíveis como: bolsas de estudo, PAC (programa de aceleração do crescimento), bolsa família, salários dos funcionários públicos e outras áreas do tipo. Então o governo se encontra em uma situação complicada, com a obrigação de fazer cortes nestes setores.

O problema da previdência

O governo não tem votos suficientes para passar a reforma mais urgente para a saúde econômica do país, a reforma da previdência. O déficit da previdência cresce a cada ano, sendo contado em R$ 149,7 bilhões em 2016, e com previsão de R$ 188,8 bilhões em 2017, um aumento de quase 40 bilhões, mais do que o orçamento do bolsa família inteiro. A tendência é chegar a um número insustentável daqui a alguns anos.

Isso se deve a mudança na pirâmide etária do Brasil, que era composta por muitos adultos nos últimos anos, e agora passa por um aumento muito expressivo no número de idosos, além do aumento da expectativa de vida dos mesmo. O plano da reforma é de adequar as regras da previdência a nova expectativa de vida do brasileiro e a um país mais velho. Estima-se que a economia seria na casa dos R$ 650 bilhões de reais nos próximos dez anos caso a reforma fosse aprovada.

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Caso ela não seja, o país se encontrará em grandes problemas, com aumentos subsequentes na divida pública e pagará maiores juros.

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