Depois do aumento no preço da gasolina que deixou todo o país revoltado, fazendo com que em algumas regiões acontecesse protestos, a Petrobras finalmente decidiu reduzir o preço da gasolina que era distribuída às distribuidoras em 1,4% do valor anterior. Já em relação ao diesel, a Petrobras comunicou um aumento de 0,7%.

As novas tabelas de preços foram anunciadas nesta última segunda-feira (15). A companhia não soube informar quando esse novo valor poderá chegar até o consumidor final, pois, segundo ela, o mercado de combustíveis é administrado por uma livre concorrência entre os mais diversos postos de combustíveis espalhados no país.

Ainda segundo informações da Petrobras, a política de preços para o diesel e a gasolina comercializados nas suas refinarias às distribuidoras tem como embasamento o preço de paridade de importação, o que representa uma alternativa para suprimento sugerido pelos principais concorrentes de todo o mercado.

Diante disso, é possível se relevar uma margem que avalia os riscos inerentes à atividade de importação, como preços e da volatilidade da taxa de câmbio, perda da especificação de qualidade e atrasos.

“Em busca da tendência no curto prazo com a similaridade do mercado internacional, consideramos nossa participação no mercado interno e tivemos como decisão periódica que haverá manutenção, pode ser que haja uma considerada redução ou aumento nos preços perpetrados nas refinarias”, afirmou a Petrobras em seu comunicado oficial.

Maior aumento desde fevereiro deste ano

Os brasileiros sentiram no bolso o último reajuste dos preços da gasolina, determinado pela própria Petrobras, no dia 12 de agosto desse ano.

O reajuste foi considerado um verdadeiro absurdo diante da população brasileira que usou até mesmo das mídias sociais para expressar o seu descontentamento. O diesel teve uma queda de 1,2%, porém a gasolina subiu 1,6%.

O último aumento foi considerado o maior desde o início de fevereiro deste ano. O aumento só aconteceu após o governo decretar o aumento do PIS e Cofins sobre os combustíveis, uma medida, segundo o governo, para elevar a arrecadação fiscal.

Diante do aumento, o único estado que conseguiu a isenção foi a Paraíba, através de um decreto da Justiça Federal, que garantiu que o estado ficasse imune ao decreto governamental.

E você, qual a sua opinião sobre o tema, você acredita que o aumento no preço dos combustíveis sejam realmente necessários para um crescimento econômico no país? Deixe seu comentário logo abaixo.

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