O Índice Nacional de Custo da Construção–M (INCC-M) registrou um crescimento de 0,14% em setembro, chegando ao patamar de 711,971 pontos, abaixo da expansão de 0,40% registrada no mês de agosto. Calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de setembro, o resultado do INCC-M e seus componentes foram divulgados nesta terça-feira (26) em um relatório da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

No ano, o INCC-M já acumula alta de 3,39%, enquanto nos últimos 12 meses, a expansão já chega a 4,13%.

Crescimento por grupos

O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,37%, enquanto havia crescido 0,20% em agosto, apresentando um crescimento acumulado de 1,58% no ano, e de 1,71% nos últimos 12 meses. O item correspondente a materiais e equipamentos teve alta de 0,42%, quase o dobro do mês anterior (0,22%), pressionado principalmente pelos materiais para estrutura, que tiveram alta de 0,56% em setembro.

Porém, a alta não foi suficiente para apagar as perdas acumuladas dos materiais para estrutura: no ano, o grupo acumula perdas de 0,21% e de 0,80% nos últimos 12 meses.

O grupo de serviços registrou crescimento, passando de uma taxa de 0,10%, em agosto, para 0,17%, em setembro, registrando uma alta acumulada de 2,91% no ano, e de 3,33% nos últimos 12 meses. Do grupo serviços, o subgrupo de serviços técnicos apresentou a maior variação no mês (0,23%), enquanto o subgrupo de aluguéis e taxas apresenta as maiores altas acumuladas: 5,22% no ano e 5,12% nos últimos 12 meses.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Governo Política

A atividade de carreto para retirada de entulho, cuja taxa de variação passou de -0,12% para 0,59%, foi destaque no relatório como um dos fatores que pressionaram a alta dos serviços.

Já o índice referente à mão de obra recuou 0,04%, após ter crescido 0,56% em agosto, variação atribuída a ajustes salariais de algumas profissões. O grupo de mão de obra classificado como técnico apresentou a maior recuo no mês 0,07%, após ter crescido 0,55% no mês de agosto. No ano, o preço da mão de obra já acumula alta de 4,91%, e de 6,17% nos últimos 12 meses.

Salvador, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, registraram aumento de preços

Três capitais tiveram queda em sua taxa de preços entre agosto e setembro: Recife (de 0,29% para 0,28%) Rio de Janeiro (de 2,18% para -0,33%) e Porto Alegre (de 1,30% para 0,19%). Já as cidades de Salvador, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, registraram altas de 0,19%, 0,39%, 0,22% e 0,13%, respectivamente.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo