Foi divulgado, nesta segunda-feira (6), mais um reajuste aprovado pela Petrobras. A gasolina aumentou 2,3% e o diesel 1,9% nas suas refinarias. Quem tomou a decisão foi o Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp), devido ao aumento das cotações dos derivados de petróleo em todo mercado internacional.

Em menos de um mês, o valor da gasolina nas refinarias acumula um aumento aproximadamente em 9%. São apenas reajustes referente aos preços para as refinarias. O valor que será repassado ao consumidor dependerá dos postos de combustíveis, que desde semana passada já vem aumentando de preço em diversos lugares, de acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo).

Causas do aumento

Desde o final do ano passado, a Petrobras mudou sua política de preços. Os reajustes acompanham a movimentação das cotações do derivados de petróleo do mercado internacional.

Outro motivo é a desvalorização do real frente ao dólar. Segundo a Gemp, os reajustes são diários com análise técnica. Com isso, é possível vincular os preços praticados pela estatal às oscilações dos mercado. É preciso acompanhar de perto estas movimentações, visto que a sociedade nos últimos meses vem reclamando por causa da alta da gasolina e também do gás.

Petrobras e gás de cozinha

Com vistas de acompanhar o mercado internacional, a diretoria executiva da Petrobras adotou uma nova política de preços de venda às distribuidoras. A estatal está buscando paridade de importação, considerando os riscos característicos a atividade, como a volatilidade da taxa de cambio e dos preços.

O GLP (gás liquefeito de petróleo) envasado em botijões de até 13 kg, próprio para uso residencial, tem o preço de venda às distribuidoras cotado pela média de cada mês nas cotações do butano e propano em mercado da comunidade europeia.

Ainda vale lembrar que, além dos reajustes, há também a inclusão de tributos.

Comparativo internacional

O preço da gasolina assimilado pelo consumidor é composto por três parcelas: processamento do produtor, tributos e comercialização. A gasolina é responsável pelo abastecimento em cerca de 60% dos veículos de passageiros no Brasil, razão pela qual o consumidor final precisa conhecer o funcionamento do mercado desse produto.

A comercialização da gasolina no Brasil é regulamentada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo). A lei que regulamenta é Federal 9.478/97. Ela abriu o mercado de combustível no país, reduzindo o monopólio da Estatal Petrobras.

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