A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2016, mostrou que o Brasil é um país cuja renda é muito mal distribuída, ficando somente com uma parcela da população. A pesquisa mostrou que a renda media do país foi de R$ 2.149,00, e que 10% da população é responsável por 43,4% de toda a renda nacional, enquanto os outros 90% são responsáveis pelos 56,7% restantes.

Na distribuição por regiões o Sudeste lidera com R$ 132 bilhões de reais, apresentando uma quantia superior ao somatório total de todas as outras regiões.

Logo em seguida vem o Nordeste com R$ 43,8 bilhões seguidos do Sul com 43,5 bilhões e do centro-oeste com R$ 21,8 bilhões e, por ultimo, o norte com R$ 13,5 bilhões em renda.

Também foi constatado que o rendimento da mulher é 22,9% menor que o dos homens, mesmo que a população feminina seja maioria no mercado de Trabalho, o salario médio feminino é de R$ 1.836,00, enquanto o masculino é de R$ 2.380,00. Entre as regiões, o sudeste é o que apresenta maior desigualdade com as mulheres ganhando em media 800 reais a menos que os homens.

Pnad ainda mostra dados alarmantes sobre trabalho infantil

Outro dado divulgado no #Pnad foi em relação ao trabalho infantil, foi constatado que o trabalho de menores atingiu cerca de 1,8 milhão em 2016. Foi constatado que desses 1,8 milhão, cerca de 30 mil possuíam idade entre 5 e 9 anos e outros 160 mil de 10 a 13 anos e que em 74% dos casos não receberam nenhum tipo de salario ou compensação monetária.

O norte foi a região com maior número de registros, enquanto a agricultura foi o setor onde foram registrados os maiores índices. Outro destaque é que cerca de 20 milhões de crianças, entre 5 e 17 anos, realizam atividades domésticas, e gastam por semana cerca de 8,4 horas semanais com esses afazeres.

Sobre o trabalho infantil é necessária a erradicação, pois atrapalha consideravelmente o rendimento escolar das crianças, além de que, dependendo da situação em que a mesma trabalha, pode acarretar a problemas de saúdes futuros.

Não é muito difícil ver casos onde menores trabalham em carvoarias, olarias e etc, o que pode lhes trazer graves sequelas no futuro.

Em relação a atividades domesticas que são realizadas em media 8,4 horas semanais, cerca de 1:40 horas por dia, é necessário avaliar a condição familiar. Homens e mulheres trabalham fora e, por vezes, resta ao menor realizar tarefas domesticas, como lavar louça, limpar a casa, lavar e passar roupas ou cuidar de um irmão ou irmã menor.

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Esse tipo de coisa está presente no país há um bom tempo e não tende a atrapalhar.

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