O Índice de Percepção da Corrupção é utilizado atualmente pelo mundo todo, e visa medir o nível de corrupção em órgãos estatais, como propinas, superfaturamentos, desvio de recursos públicos e burocracia. Também é analisada a competência e capacidade do Governo de inibir a corrupção.

Apesar de todos os esforços das megaoperações como a Lava Jato, por exemplo, em enfrentar a corrupção fortemente, os resultados dessas operações acabaram evidenciando, de certa forma, o crescimento da corrupção no país, o que ficou claro através dos números divulgados no relatório divulga nesta quarta-feira (21), onde o Brasil despencou 17 posições, caindo de 79 para 96, em sua colocação mundial.

O (IPC) existe desde o ano de 1996, sendo que os números só começaram a ser contabilizadas como estatística a partir de 2012.

A tabela respeita uma escala de 0 a 100, onde zero corresponde a alta percepção de corrupção e 100 alta percepção de integridade. O Brasil caiu 3 pontos nessa escala, de 40 para 37 pontos em 2017, o que resultou em uma perda significativa de 6 pontos em 5 anos nas posições do (IPC).

No índice apresentado, apenas 54 países dos 180 analisados conseguiram níveis que puderam ser interpretados pela organização como satisfatórios, porém a Transparência Internacional realçou que pontos abaixo de 50, na qual a média mundial é de 43, indicam falhas ao enfrentar o problema de corrupção no país.

É importante salientar que o índice revelou também que apesar dos esforços para combater a corrupção em todo o mundo, 62 países apresentaram pioras significativas em suas pontuações, inclusive o Brasil. Apesar de todos os esforços das megaoperações como a Lava Jato, por exemplo, em enfrentar a corrupção fortemente, os resultados dessas operações acabaram evidenciando, de certa forma, o crescimento da corrupção no país, o que ficou claro através dos números divulgados no relatório divulga nesta quarta-feira (21), onde o Brasil despencou 17 posições, caindo de 79 para 96, em sua colocação mundial.

Nas Américas, a Venezuela ficou mais uma vez com a menor pontuação, apenas 18 pontos, e caiu 2 posições no ranking global, sinalizada em 168 lugar na lista.

Somente a Libéria e Bahrein tiveram quedas mais significativas que o Brasil.

O Canadá, com 82 pontos, apresentou o melhor posicionamento americano, ficando em oitavo lugar, com o Estados Unidos logo atrás, com 75 no relatório.

Entre outras regiões, a Europa Ocidental e a União Europeia mantiveram a melhor média, de 88 pontos, e a África do Subsaariana foi a pior, com 32 pontos.

Quanto mais baixa estiver a reputação de um país nesse índice anual, mais dificuldade terá encontrar confiabilidade para realizar transações, acordos e investimentos internacionais.

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