Especialistas não descartam a possibilidade de investidores acumularem fortuna aplicando em Bitcoins, mas para isso é preciso entender como funciona o mercado das criptomoedas. Eles aconselham a que se avalie os riscos de aplicar nesse segmento cuja característica principal é a descentralização; isso é, as transações não são regulamentadas pelo governo nem há um banco central que administre o processo. Sendo assim, os riscos correm por conta dos próprios investidores: quem perder, perdeu! Simples assim.

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Comece com pouco e avalie

Já deu para perceber a instabilidade na variação das moedas do Bitcoin. Elas tanto podem subir como baixar num espaço de tempo surpreendentemente curto, o que pode pegar de surpresa quem não estiver antenado na corrida das aplicações. Pensar que a cotação vai aumentar sempre pode levar a atitudes precipitadas como apostar na alta. Segundo Erik Finman, o jovem que se tornou milionário aos dezoito anos só investindo em Bitcoins, o pulo do gato está em comprar quando a cotação se encontra em baixa e esperar uma supervalorização.

Existem frações do Bitcoin a partir de 10 reais para quem está iniciando. Não entre no “oba oba” para evitar que um efeito manada torne o negócio muito arriscado.

Mas, afinal, o que vem a ser “Bitcoin”?

Existe um grande banco de dados (O Blockchain) que controla mundialmente cada transação e tem como suporte potentes redes de computadores que fazem com que um sistema criptografado garanta a segurança do negócio. O Bitcoin é um ativo gerado por esse sistema de computadores, daí o nome “Criptomoedas”.

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Pessoas físicas negociam através das “Exchanges”, espécie de corretoras de Bitcoins, semelhantes a uma casa de câmbio. A maior parte das negociações estão a cargo da FoxBit, Mercado Bitcoin e Bitcointoyou, as três principais no Brasil. Especialistas aconselham pesquisar sobre as corretoras antes de fazer quaisquer investimentos.

Agora, vamos às desvantagens

Existem taxas que variam conforme as “exchanges” e podem ser maiores do que as taxas convencionais de outros tipos de investimento.

O Banco Central e a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) não fiscalizam transações com Bitcoins, conforme já foi abordado. Logo, ninguém está livre do ataque de hackers e consequente roubo de carteiras virtuais.

Quem já faz parte do mercado investidor vai saber diferenciar uma instituição de outra e tomar todo o cuidado antes de colocar o seu dinheiro para render, pois esse é o verdadeiro objetivo do negócio: lucrar com as oscilações do mercado, embora sabendo que perdas podem advir.

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Mas a forma de investimento que está sendo tratada aqui é diferente de tudo que existe no mercado, embora já existam outras criptomoedas, além dos Bitcoins que também vêm chamando a atenção do mercado financeiro. Então todo cuidado é pouco antes de investir o seu rico dinheirinho.

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