O Facebook começará a proibir anúncios que promovam produtos e serviços financeiros vinculados a criptografia tanto na plataforma quanto no Instagram.

Os argumentos são os seguintes "Queremos que as pessoas continuem descobrindo e aprendendo sobre novos produtos e serviços através dos anúncios do Facebook, sem medo de golpes ou decepções”.

Desta forma, a nova política visa proibir anúncios que promovam produtos e serviços financeiros associados a práticas de promoção enganosa ou duvidosa, a exemplo das criptomoedas.

Existem várias empresas que anunciam opções ligadas à ICO ou criptomoedas "que atualmente não funcionam de boa fé".

A implementação desta medida começará a ser progressiva através do Facebook, Audience Network e Instagram, e passará por revisão permanentemente.

Segundo informações da diretoria do Facebook não será possível identificar todos os anúncios que devem ser removidos nesta nova política, por isso ela conta com o auxílio da comunidade para reportar conteúdo que viole as políticas publicitárias.

Coreia do Sul quer impedir transações financeiras com criptomoedas

A Coreia do Sul aprova uma lei que impede a compra e venda de criptomoedas anonimamente, a medida visa transparecer as negociações financeiras nesse país e para supostamente evitar crimes financeiros e a 'especulação excessiva'.

Assim, a partir de agora, os investidores sul-coreanos não poderão fazer transações se o nome de suas carteiras virtuais não coincidirem com os das suas contas bancárias às quais elas estão associadas.

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Desta forma, as chamadas 'contas anônimas' serão anuladas, isto é, aqueles com nomes falsos ou aqueles com nomes que não coincidem com a conta bancária, e principalmente os estrangeiros não poderão operar no país.

A regra também exige câmbio sobre o uso das criptomoedas, para compartilhar com os bancos e acompanhar todos os movimentos feitos pelos investidores. E o governo sul-coreano deixou aberta a possibilidade de taxar transações e até mesmo proibir operações.

Como consequência destas medidas, houve uma ligeira queda em vários mercados sul-coreanos das principais criptomoedas, o Bitcoin e o Ethereum sofreram uma queda de cerca de 3% em relação ao dólar. Esta baixa pode também ter tido outro motivo aparente, devido ao fato de que os bancos se recusam a associar suas contas a qualquer troca e só aceitarão fazê-lo com os principais mercados, como Bithumb ou Upbit

A mudança ocorre após o controle sobre operações de criptomoedas também ter sido fortalecido no Japão, depois que o mercado de câmbio de Coincheck sofreu o maior ataque cibernético até o momento no setor, a menos de uma semana.

O hack causou um prejuízo estimado no valor total de 58 mil milhões de ienes (US $ 755 mil milhões) e afetou cerca de 260 mil clientes.

Após o ataque a empresa prometeu reembolsar as perdas de ienes dos seus clientes, e é por isso que o Bitcoin e outras moedas de criptografia conhecidas como criptomoedas, incluindo o NEM, se recuperaram da queda que sofreram logo após o ataque cibernético.

O ataque reavivou os fantasmas de 2014, quando um caso semelhante derrubou o então líder global Mt.

Gox e fez o Bitcoin atingir o fundo do poço, tanto que até sua continuidade foi tida como duvidosa.

Diante disso, essas criptomoedas são tidas como investimento de alto risco, requerendo assim grande cautela de quem pretende investir nesse tipo de moeda.

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