Ao tomar seu lugar na Casa Branca a um ano atrás, Donald Trump afirmou por diversas vezes que iria trabalhar arduamente para que a economia americana tivesse um crescimento significativo. Atualmente, diversos medidores da Economia da maior potência econômica do mundo aponta um real crescimento do comércio e do mercado de trabalho.

Trump manifestou seu desejo de elevar a economia dos EUA a um patamar de crescimento na casa dos 6%.

Os últimos dados divulgados pelo Departamento de Comércio americano, em dezembro do ano passado, mostrou que a economia dos Estados Unidos teve, no terceiro trimestre de 2017, uma taxa de crescimento anual de 3,2%.

A previsão, porém, é que como o Federal Reserve, que é o banco central dos EUA, em dezembro de 2017 elevou pela 3ª vez as taxas de juros, provavelmente haja uma diminuição do crescimento nos próximos meses.

Os estoques dos EUA são recordes, com o crescimento da economia

Observou-se que desde agosto de 2016, antes mesmo de Donald Trump se eleger, a Dow Jones Industrial Average - que nos EUA acompanha o desenvolvimento das ações de 30 grandes empresas - registrou altas e constantes recordes em seus indicadores.

Nasdaq e Standard & Poor's 500, outros 2 significativos representantes da bolsa de valores americana, também acusaram índices históricos em seus gráficos.

O argumento dos partidários de Trump, é que a aprovação, no final do ano passado, das reduções nos impostos das empresas, teve impacto positivo sobre as ações, nos EUA. Isso, aliado à sua política centrada, suas promessas de investimento em infraestrutura, e sua constante repressão à burocracia, tiveram contribuição decisiva.

A taxa de desemprego caiu

Em dezembro o desemprego dos EUA caiu para menos de 4,1%, aproximando-se do menor nível já registrado, que foi de 3,9% em 2001, contabilizado como sendo menos da metade do pico registrado depois da crise financeira global, no ano de 2010, que foi de 10%.

Essa queda, porém, teve início durante o governo do presidente Barack Obama que, ao deixar o governo, o índice de desemprego era de 4,8%.

A previsão para 2018, no sentido geral, observando se que o crescimento salarial se manteve entre 2,5% e 2,9% nos últimos 12 meses, é de aumento nos salários, se houver continuidade na queda do desemprego. Os economistas americanos não entenderam por que a taxa baixa do desemprego ainda não estão causou um aumento nos salários.

Pelo contrário, os níveis salariais dos Estados Unidos se achataram desde que Trump assumiu a presidência do país, apesar de a economia ter apresentado diversos outros indicadores positivos.

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Mercado de empregos em expansão, mas salários ainda baixos

A recessão de 2007 a 2009 deixou muitos americanos desempregados nos EUA, o que pode ser uma explicação plausível para a estagnação dos salários, uma vez que a taxa de participação da força de trabalho refere-se às pessoas que estão ativamente procurando trabalho e ao número de pessoas que estão empregadas.

Após o acidente econômico global, A taxa de participação da força de trabalho nos Estados Unidos teve queda drástica, chegando aos 63%, e, desde que Trump foi eleito, permanece estável.

O déficit comercial dos EUA aumenta

O presidente dos EUA fez da melhoria do comércio do país, a sua prioridade durante a administração de seu governo.

As importações e o déficit comercial do país, no entanto, são superiores às exportações, alcançando o maior patamar, desde 2008.

Tal déficit pode ser, em grande parte, explicado pelo contínuo crescimento da economia americana e o aumento da confiança dos consumidores americanos nos produtos adquiridos no exterior.

Com o país e em meio às renegociações da Nafta (Acordo de Livre Comércio da América do Norte), e fora do acordo comercial da TPP (Parceria Transpacífica), a balança comercial negativa pode aumentar a pressão sobre a administração de Donald Trump.

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